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Asteróides segundo a Astronomia

Ceres:



Em 2001, astrônomos europeus descobriram um astro com cerca de 600 km de raio, no Cinturão de Kuiper. Tempos depois, em 2005, descobriu-se Éris – maior que Plutão, inclusive. As descobertas fizeram os astrônomos criar uma nova classe de objetos, os planetas anões, do qual hoje fazem parte Ceres, Plutão e Éris. Outros objetos, como o asteróide Varuna, com 450 km de raio, ainda são candidatos a essa nova categoria.

Palas Atenas:



Palas, encontrado 28 de Março de 1802, em Bremen por astrônomos alemãs Heinrich Olbers de Wilhem (1758-1840) então ocupados observações para localizar e determinar a órbita do asteróide Ceres, descobriu o anterior por Giuseppe Piazzi (1746/1826), por meio das previsões de mathematician grandes Carl Friedrich Gauss (1777-1855).
Palas é o segundo maior cinto 4086 principal (526 quilômetros de diâmetro médio) e o segundo que foi descoberto.
Palas foi nomeada e, em honra a deusa grega da sabedoria, ciência e artes.

Vesta:



Vesta (asteróide 4) foi o quarto asteróide, descoberto por Olbers (1807) e é o terceiro maior asteróide em tamanho, medindo entre 530 e 468 km em diâmetro. Está localizado no Cinturão de Asteróides, região entre as órbitas de Marte e Júpiter, a 2,36 UA do Sol. Vesta é um asteróide do tipo S, rico em silicatos. Seu tamanho e o brilho pouco comum na superfície fazem de Vesta o mais brilhante asteróide. É o único asteróide que é ocasionalmente visível a olho nu.
Vesta foi descoberta pelo astrónomo alemão Heinrich Wilhelm Olbers a 29 de Março de 1807. O nome provém da deusa Vesta, a deusa virgem da casa. O próximo asteróide só foi descoberto 38 anos depois, 5 Astreia.
Teoriza-se que nos primeiros tempos do sistema solar, Vesta era tão quente que o seu interior derreteu. Isto resultou numa diferenciação planetária do asteróide. Provavelmente tem uma estrutura em camadas: um núcleo metálico de níquel-ferro coberto por uma camada (manto) de olivina. É um asteróide tipo S. A superfície é de rocha basaltica, originária a partir de antigas erupções vulcânicas. A atividade vulcânica não existe hoje.

Astrea:

Astrea (en latín, Astraea) é um grande asteroide do cinturão de asteróides. Sua superfície é altamente brilhante. Sua composição é uma mescla de níquel-ferro com silicatos de magnésio e fero.
Astrea, deusa griega da justiça junto a Temis, sua mãe.
Foi o quinto asteróide a ser descoberto em 8 de dezembro de 1845 por Karl Ludwig Hencke desde Driesen (Alemania).
Demorou 38 anos a ser descoberto o próximo asteróides depois de Vesta em 1807. Durante estes 38 anos se pensou que só existissem 4 asteróides. Depois de Astrea, se tem encontrado vários milhares de asteróides.

Juno ou Hera:



Juno é o terceiro asteróide descoberto no sistema solar, Juno (Juno 3) leva seu nome de esposa de Júpiter.
Juno, foi descoberto por Carl Ludwig Harding em Lilienthal, Observatório perto de Bremen, 1 de Setembro de 1804 a utilizar um telescópio de abertura de simples 5 cm.
Órbita de Juno alterada em 1839, talvez devido a um impacto.
Imagens efectuados em Adaptive/óptica no Mount Wilson (Estados Unidos da América) Observatório revelam que o pequeno planeta de 240 km de diâmetro tem sido completamente ténue por uma colisão que criou uma vasta Cratera de 100 km parecido com um tamanho de bite.

Cupido:

Cupido (asteróide 763) é um asteróide da cintura principal, a 1,8703391 UA. Possui uma excentricidade de 0,1655122 e um período orbital de 1 225,58 dias (3,36 anos.
cupido tem uma velocidade orbital média de 19,89493639 km/s e uma inclinação de 4,08473º.
Este asteróide foi descoberto em 25 de Setembro de 1913 por Franz Kaiser.

Higia:

Hígia (Hygiea, asteróide 10) é o quarto maior asteróide da cintura principal com um diâmetro de 407 quilómetros com uma superfície escura.
Hígia é composta de material carbonáceo primitivo semelhante a meteoritos do tipo condrite. É o membro principal do Grupo Hígia.
Este planetóide foi descoberto por A. de Gasparis a 12 de Abril de 1849 em Nápoles, Itália. Hígia é o primeiro de muitos asteróides descobertos por Gasparis.
O nome de Hígia provém de uma deusa grega da saúde, filha de Asclépio (Asculápio para os romanos). Gasparis deixou o seu amigo Ernesto Capocci dar o nome ao asteróide como forma de agredecimento pelo encorajamento que este lhe deu.
O telescópio espacial Hubble conseguiu desvendar a superfície esférica do asteróide. Até ao momento, foram observadas 5 ocultações estrelares por Hígia.

Éros:


Éros 433 é uma família de Amors, S asteróide descoberto 13 de Agosto de 1898, por astrônomos alemães Gustav Witt, esta família para ser descoberto pela primeira vez.
PERTO de sonda Shoemaker (próximo Earth Asteroid Rendezvous), lançada em 17 de Fevereiro de 1996 pela NASA, desembarcada em 12 de Fevereiro de 2001, engenheiros de centro de controle conseguiram o feito para solicitar perto da superfície do asteróide de Éros para estabelecer um mapeamento completo da superfície do Éros.
Suas imagens de alta resolução superfície foram combinadas com perto de medições rangefinder laser para a imagem abaixo.
Éros é um órgão sólido de um tomar a composição quase uniforme que formou durante os primeiros anos da formação de nosso sistema solar.
A sonda, enquanto não tinha sido fornecido que surjam sobre o asteróide sobreviveu suficientemente longo para passar uma análise da composição da poeira cobrindo o asteróide. Em Dezembro de 2002, a NASA conseguiu restaurar o contato de rádio com a sonda.

Chirón:

Em 1 de abril de 1996 o objeto 95P/Chiron ou Pequeno Planeta 2060 Chiron passou perto da Terra, a mais de 1,2 bilhões de quilômetros.
Ele é interessante porque é um objeto que tem coma e cauda, o que é característico de um cometa, mas orbita na região de asteróides e é 50.000 vêzes maior que um cometa o que o torna um asteróide! Mas o que será ele?
A órbita de Chiron é bastante excêntrica, sendo seu periélio de 8,46 UA (o de Saturno é 9,54) e o seu afélio de 19,0 UA (o de Urano é 19,18).
Parece que Chiron está nessa órbita a poucos milhões de anos pois: essa órbita é instável podendo ser perturbada pelos planetas gigantes; Chiron ainda possui materiais voláteis na sua superfície, os quais normalmente se sublimam em alguns milhões de anos. Chiron é um forte candidato a pertencer aos Centauro, família de asteróides que deixaramo Cinturão de Kuiper e tem suas órbitas entre 9 e 19 UA.
Sua coma gasosa e poeirenta varia muito de tamanho e brilho. A coma chegou a 2 milhões de quilô- metros e o brilho flutuou de um fatôr 4 em horas. Uma atmosfera com 1.200 km de diâmetro circunda Chiron.
A próxima passagem de Chiron pelo periélio ocorrerá em 2047 quando estará 4 vezes mais próximo, 250 vezes mais brilhante que um objeto típico do cinturão de Kuiper e estará recebendo 10 vezes mais radiação do Sol. Os cientistas esperam até lá coletar muitos dados a respeito desse cometa ou asteróide?.

Os Planetas segundo a Astronomia

O Sol



Comparado com nosso planeta, o Sol é uma imensidão: dentro dele caberiam pelo menos 1 milhão de "Terras"
Por estar mais perto de nós que qualquer outra estrela, a 150 milhões de quilômetros, o Sol parece-nos maior que todas as outras estrelas.
O Sol tem o formato de uma imensa esfera de materiais quentíssimos, principalmente de gás hidrogênio. Na sua superfície, a temperatura chega a 6 000 graus Celsius - cerca de 150 vezes mais altado que a de um dia de calor forte na Terra. No centro esquenta ainda mais e a temperatura pode chegar a 15 milhões de graus Celsius.
A região externa da superfície do Sol é chamada coroa; ali ocorrem explosões a todo instante causadas pela transformação do gás higrogênio em gás hélio. Essas explosões são responsáveis pela luz e o calor liberados pelo Sol.
O Sol gira em torno de si mesmo, levando cerca de trinta dias para completar esse movimento. Ele também gira ao redor do centro da Via-Láctea, levando junto a Terra e todos os outros elementos do sistema solar. Demora pelo menos 225 milhões de anos para que o sistema solar complete esse movimento em torno da nossa galáxia.

A Lua



A Lua sempre fascinou as pessoas com sua luz suave e seu esconde-esconde periódico. Para os antigos gregos, ela era Selene ou Ártemis, deusas ligadas á fertilidade da mulher e da terra. Para os romanos, ela era Diana. deusa dos animais e dos bosques. Para nossos índios ela é Jaci, irmã do Sol e deusa das plantas.
Muitos anos antes de Cristo já se tinha uma boa idéia do tamanho da Lua e de sua distãncia aproximada da Terra.
No início do século XVII, a Lua era considerada uma esfera de composição desconhecida, superfície lisa e brilhante.
Depois da invenção da luneta em 1609 pelo cientista italiano Galileu, nosso único satélite natural começou a ser mais bem conhecido.
Em 20 de julho de 1969, a nave espacial americana Apollo 11 levou os primeiros seres humanos á superfície da Lua.
Os astronautas dessa e de outras cinco missões lunares puderam examinar o solo da Lua diretamente e trouxeram do satélite grande quantidade de rochas para ser examinadas em laboratórios. Além disso, deixaram em solo lunar aparelhos para medir dados, como a temperatura, e espelhos que refletem raios laser emitidos da terra e permitem medir com grande precisão as distãncias entre a Lua e nosso planeta.
a Lua fica a uma distãncia média da Terra de 384 400 km. É um astro arredondado, sem ar e sem água. Sua temperatura varia dos 117°C durante o dia aos -171°C durante a noite.
Até agora não foram encontrados na Lua sinais de vida como a conhecemos.
Embora seja um astro iluminado, é o corpo celeste mais brilhante do céu noturno. A luz do Sol refletida pela Lua é o luar.
A superfície lunar é cberta por planícies imensas, montanhas, algumas mais altas do que as da Terra, e crateras.
As crateras têm diâmetros que variam de alguns centímetros até mais 1 000 quilômetros. A ausência de atmosfera permitiu a chegada de asteróides e meteoritos á superfície lunar com mais violência, formando crateras que hoje conhecemos.Graças a ausência de ventos, as crateras permanecem inalteradas desde a sua formação.

As fases da Lua



Como sabemos, a Terra gira ao redor do Sol efetuando os movimentos de rotação e translação. A Lua também realiza esses movimentos, só que ao redor da Terra. o movimento de rotação é muito próximo do realizado pela Terra. Como conseqüência, a Lua expõe sempre a mesma face para o nosso planeta.
Apesar disso, nem sempre conseguimos observar a Lua. Isso acontece porque o lado que recebe luz. é a lua nova, que não é visível durante a noite. ás vezes a luz refletida pela Terra ilumina fracamente a Lua nesta fase, que pode ser vista como um disco esbranquiçado durante o dia.
Depois da lua nova, a cada noite a Lua torna-se um pouco mais visível. primeiro, aparece apenas um arco iluminado no lado oeste do satélite, que vai se tornando mais largo com o passar dos dias. depois de uma semana, toda a metade oeste da Lua já estará iluminada. É o quarto crescente.
Em mais uma semana a Terra fica entre o Sol e a Lua (mas esta não se encontra á sombra do planeta). Nesse ponto, toda a metade da Lua virada para a Terra torna-se visível no céu noturno, aparecendo como um disco luminoso. É a lua cheia.
Em aproximadamente mais sete dias, reduz-se a área visível da Lua até que somente sua metade leste torna-se aparente. É o quarto minguante.
O quarto minguante vai diminuindo, diminuindo, até sumir. Inicia-se então outra lua nova. Tal classificação só é válida para quem observa a Lua da Terra.
Chamamos mês lunar ou lunação o intervalo de tempo que vai de uma lua nova a outra.

Mercúrio



O planeta mais próximo do Sol é o pequenino Mercúrio, que têm diâmetro cerca de duas vezes e meia menor do que o da Terra. É visível, nos momentos antes de amanhecer ou antes do anoitecer, como um pequeno ponto brilhante nas proximidades do Sol.
Sua superfície cinzenta é recoberta por crateras (buracos arredondados). O planeta não tem água. Praticamente não possui atmosfera, que poderia protegê-lo do calor do Sol durante o dia e mantê-lo morno durante a noite. Resultado: no lado iluminado pelo Sol a temperatura pode chegar a 430ºC e no lado escuro ela cai para -175°C.
Por ser o planeta que se desloca mais rapidamente em nosso céu, ele recebeu o nome de mercúrio, que para os antigos romanos era o veloz mensageiro dos deuses.

Vênus



Vênus é o segundo planeta mais próximo do Sol. Deve seu nome á deusa romana do amor e da beleza.
vênus tem mais ou menos o mesmo tamanho da Terra e, com excessão da Lua, é o astro mais próximo de nós. o planeta está sempre coberto por uma espessa camada de nuvens, que reflete  maior parte a luz recebida do Sol. Por isso, Vênus é o corpo celeste mais brilhante do céu noturno depois da Lua.
Vênus tem fases que são visíveis com o auxílio de telescópios ou binóculos, isto é, seu aspecto muda a intervalos regulares de tempo. ele pode ser visto da Terra a olho nu um pouco antes do amanhecer ou um pouco antes do anoitecer. Por causa do brilho intenso e do horário em que aparece, muitas pessoas chamam Vênus de estrela d'alva (alva quer dizer"amanhecer") ou estrela vespertina (vesper significa "entardecer").
As nuvens de Vênus contêm grande quantidade de gás carbõnico, que impede a dissipação do calor recebido do Sol. Isso faz de Vênus o mais quente de todos os planetas, com uma temperatura média de 475°C, mais alta até do que a de Mercúrio.
Vênus leva 243 dias para completar ma volta em torno de si mesmo, mas demora somente 225 dias para completar uma translação. Isso quer dizer que um dia em Vênus dura mais do que um ano inteiro. Mais curioso ainda: Vênus tem rotação retrógrada, isto é, gira no sentido contrário ao da maioria dos planetas.

Terra



O planeta seguinte a Vênus é a Terra. É o primeiro a apresentar satélite- a Lua. Até agora, a Terra é também o único planeta onde se encontraram os fatores que favorecem o desenvolvimento da vida como a conhecemos: uyma atmosfera rica em oxigênio, com muita água líquida e com uma temperatura média de 15ºC, nem muito alta nem muito baixa.
Terra é o nome da deusa romana considerada mãe do Universo e de todos os deuses.

Marte



Quarto planeta a partir do Sol, Marte pode ser visto daqui da Terra como um ponto avermelhado. A cor vermelha vem da grande quantidade de ferro na forma de ferrugem que existe na superfície do planeta e por isso ele é também conhecido como planeta vermelho. Como o vermelho lembra sangue, os antigos romanos deram-lhe o nome de seu deus da guerra. Os dois satélites marcianos receberam dos gregos nomes pouco tranqüilizadores: Fobo (medo) e Deimos (Terror).
Observando Marte com um telescópio, vê-se que sua superfície é avermelhada. Também se nota a existência de grande número de crateras e linhas. Por muito tempo imaginou-se que as linhas marcando a superfície do planeta fossem canais de irrigação feitos por supostos marcianos. As sondas espaciais que vêm pousando no planeta desde 1971 não encontraram até agora o menor sinal de vida, mas detectaram a existência de uma atmosfera muito fina, com pequenas quantidades de oxigênio e vapor de água.

Júpiter



O primeiro gigante gasoso é Júpiter, que é também o maior de todos os nove planetas do sistema solar. Se fosse oco, dentro dele caberiam, com bastante folga, todos os outros planetas e seus satélites. Também não haveria dificuldades em abrigar em seu interior 1 400 "Terras".
Tamanha imponência levou os romanos a dar a Júpiter o nome do pai e rei de todos os deuses. O planeta também é conhecido como o "gigante dos mundos".
Apesar do tamanho, um dia jupiteriano dura apenas cerca de 10 das nossas horas. Mas como o planeta está cinco vezes mais longe do Sol do que a Terra, seu ano equivale a quase 12 anos dos nossos. Júpiter possui 16 luas, duas delas maiores que a nossa.
Júpiter é composto basicamente por uma mistura de gases, no centro da qual talvez existam líquidos e um pequeno núcleo sólido. Por causa da grande velocidade com que o planeta gira, os gases de sua superfície se distribuem formando faixas coloridas que mudam constantemente de aspecto.
Um violento e permanente redemoinho de gases da atmosfera de Júpiter forma a chamada grande mancha vermelha, também conhecida como "o olho de Júpiter".
Essa mancha muda de tons, de brilho e de tamanho, mas está sempre presente.
Um fino anel de poeira e rochas gira ao redor de Júpiter e também reflete a luz do Sol.
A falta de calor solar também faz de Júpiter um mundo gelado e sem vida, com uma temperatura média de -140ºC.
Em 1994, Júpiter foi atingido por grandes fragmentos de um cometa. O choque provocou explosões equivalentes ás de milhões de bombas atômicas (só uma foi suficiente para destruir a cidade japonesa de Nagasaki, no final da Segunda Guerra Mundial). Mesmo assim, não se detectaram alterações significativas no aspecto de Júpiter.


Saturno



Depois de Júpiter, saturno é o maior planeta do sistema solar. Se nome é uma homenagem ao deus romano da agricultura e do tempo.
Como Júpiter, Saturno é uma gigantesca esfera gososa, no centro da qual talvez exista um núcleo sólido coberto por uma camada de líquidos. Distante do Sol quase 1 bilhão e 500 milhões de quilômetros, Saturno tem uma temperatura média de -170ºC.
O planeta é cercado por uma larga faixa de anéis coloridos compostos por gelo, poeira e rochas que atinge mais de 70 000 quilômetros de largura e 1 quilômetro de espessura. A extraordinária beleza desses anéis deu a Saturno o apelido de a "jóia do universo".
Saturno tem ainda mais satélites do que Júpiter: comprovadamente 20. Um deles é Titã, que foi examinado a distância pelas naves americanas Voyager 1 e 2. Foi possível detectar que o satélite é composto de rochas cobertas por água em forma de gelo.

Urano 



O terceiro gigante gasoso só foi descoberto em 1781. Quem o descobriu foi William Herschel, um astrônomo inglês de origem alemã que construiu seu próprio telescópio. De início ele pensou que se tratava de um cometa de cor esverdeada. Mais tarde viu-se que Urano era um planeta: têm diâmetro aproximadamente quatro vezes maior do que o da Terra e possui 15 satélites.
O novo planeta recebeu o nome de Urano, deus grego que representa o céu.
É difícil de enxergá-lo, mesmo com telescópio, por dois motivos: além de estar muito longe da Terra, ele está também muito longe do Sol, do qual recebe pouquíssima luz e quase nenhum calor.
Urano é um planeta diferente. Ele se movimenta como se estivesse deitado em relação ao plano, com um pólo virado para o lado do Sol e o outro pólo virado para o resto do Universo, que se revezam a cada 42 anos. Por essa razão seus anéis parecem quase verticais quando vistos da Terra.


Netuno




O último dos gigantes gasosos é geralmente o oitavo planeta a partir do Sol. Mas, como acontece a cada 225 anos, plutão invade o interior da órbita de netuno e ali permanece por 23 anos. Recentemente, até 1999, Plutão permaneceu nessa condição e Netuno tornou-se o planeta mais distante do Sol.
Netuno não foi descoberto por acaso. Os astrônomos perceberam que Urano algumas vezes saía de sua rota prevista ao redor do Sol. Era como se houvesse um outro corpo "puxando-o" para fora do sistema solar. Observações posteriores, feitas em 1846, mostraram que esse outro corpo era Netuno.
Visto ao telescópio, o planeta aparece como um pequeno ponto de luz verde-azulada. Por causa da cor o planeta recebeu o nome de Netuno, o deus romano do mar.
A nave americana Voyager 2 fotografou Netuno em 1989 e enviou fotos de quatro anéis e de seus oito satélites junto com uma análise de sua atmosfera. O estudo dos dados enviados mostrou ue Netuno é um mundo azul e gelado e que sua superfície é regularmente varrida por ventos de quase 2 000 quilômetros por hora.
São provavelmente esses ventos os responsáveis pelo redemoinho constante que forma em seu envoltório de nuvens uma grande mancha escura do tamanho da Terra, a grande mancha escura.

Plutão 






O nono planeta a partir do Sol é Plutão, que só foi descoberto em 1930.
A imensa distância do Sol faz com que o planeta quase não receba luz e calor solares. Por isso, o caçula do sistema solar recebeu o nome do deus romano dos mortos.
Comparado com os outros planetas do sistema solar, ele é muito pequeno, chegando mesmo a ser menor do que a nossa Lua. Para um planeta tão diminutivo, Plutão gira muito devagar em torno de si mesmo: leva 6 dias e 9 horas da Terra para completar uma rotação.
A grande distância que o separa do Sol piora ainda mais as coisas, fazendo o pequeno planeta demorar 248 anos e 6 meses terrestres para completar uma volta ao redor da nossa estrela.
Nas duas últimas décadas do século XX, Plutão ocupou uma órbita mais interna que a de Netuno. seu único satélite só foi descoberto em 1978.
Em 24 de Agosto de 2006 a Comunidade Astronômica Mundial rebaixou Plutão, fazendo ele deixar de ser um planeta para ser um asteróide, o motivo é por causa de seu pequeno tamanho.
Porém, na Astrologia  ele sempre será o planeta regente de Escorpião que têm detrimento em Touro, pois há visto que Plutão funciona e sempre funcionará, pois ele é responsável de mexer nas estruturas dos signos modificando-os.

Os planetas abaixo foram descobertos recentemente, muitos ainda irá por vir. A Astronomia não se sabe ao certo se irão ser planetas ou asteróides. A Astrologia também não se decidiu, caso sejem aceitos,  alguns deles irão reger Libra e Virgem, deixando assim, cada planeta regendo um signo.

Quaoar:



Entrou em Sagitário em outubro de 1994 e sairá em 27 de janeiro de 2017. Ficará em Sagitário 23 anos.
 Encontra-se entre Plutão e Sedna. Período 288 anos. Distancia 6,5 bilhões de quilômetros. Diâmetro: 1250 km (quase o mesmo que o diâmetro da lua de Plutão Caronte 1270m). A sua trajetória ao redor do Sol é quase um circulo perfeito. Foi descoberto em 2002.
Quaoar significa "força de criação" na língua da tribo tongva, os primeiros habitantes da bacia de Los Angeles. O %u201CCalifornia Institute of Technology%u201D, onde trabalham os pesquisadores que descobriram este novo objeto, Michael Brown e Chadwick Trujillo, tem sua sede na cidade de Los Angeles. Na região onde atualmente fica esta cidade, existia uma tribo de índios norte-americanos chamados Tongva. Para eles Quaoar era o deus da criação. Quaoar teria descido dos céus e, depois de transformar o caos em ordem, colocou o mundo nas costas de 7 gigantes. Em seguida, Quaoar criou os animais inferiores e, depois, criou a humanidade.

Eris:



Entrou em Áries em 05 de junho de 1922 e só sairá em 05 de março de 2048. Assim estará transitando por Áries 146 anos!
Demora 560 anos para dar uma volta completa em torno do Sol. Afélio 97 UA. Periélio 37,77 UA. Inclinação orbital 47,177º. Foi descoberto em 2005. As medidas ainda incertas de seu tamanho, o colocam como um pouco maior que Plutão e menor que nossa Lua.
%u201C Eris é a deusa da "discórdia". O novo planeta "anão" foi chamado assim porque a sua descoberta lançou a discórdia entre os astrônomos quanto à definição do que se entende por planeta. Tal reflexão causou, indiretamente, a descida de status de Plutão de "planeta" para "planeta anão". Houve confusão também em relação a sua descoberta, feita sincronicamente em vários observatórios. Mas na verdade, esta nova conceituação de planeta, faz justiça à realidade física e introduz uma diferença que de fato existe na agora numerosa família dos planetas do Sistema Solar.
Na mitologia grega, Éris é famosa por ter causado, indiretamente, a Guerra de Tróia. Era também conhecida por acompanhar o seu irmão Marte (Ares) para o campo de batalha e, quando os outros deuses iam embora, ela ficava rejubilando-se da carnificina.
Antes de receber nome tinha a designação provisória de 2003 UB313, que é uma matrícula atribuída automaticamente de acordo com o protocolo da União Astrológica Internacional (UAI) para os planetas menores. A possibilidade de que fosse classificado como um planeta levou a que a UAI não autorizasse nenhum nome, dado que não era claro se seria classificado como um planeta principal ou não. Caso fosse, a UAI só aprovaria nomes de tradição greco-romana, tal como foi costume ao designar planetas do Sistema Solar. Enquanto a classificação não se definia, apareceu a proposta do nome "Xena", personagem mitológica da série televisiva Xena, A Princesa Guerreira. Outro nome sugerido para Éris era o de Perséfone (Prosérpina romana), mulher de Plutão

Sedna:



Entrou em Touro em 30 maio de 1965 e só sairá em 10 de abril de 2024. Assim estará em Touro 59 anos.
Características:
Período: 10 500 anos. Demora 10.500 anos para dar uma volta completa em torno do Sol.
Diâmetro: 1800 km.
Órbita: Sua órbita é extremamente elíptica e o leva entre de um periélio a 76 UA do Sol (O periélio será alcançado em 2083, externo ao anel principal de Kuiper) até um afélio distante mais de 942 UA do astro-rei (850 vezes a distância Terra-Sol).
Pertence a Nuvem de Oort.
Foi descoberto por Michael Brown e equipe no 14 de novembro de 2003, Observatório Palomar.


Varuna:



Varuna é o planeta anão identificado astronomicamentente por 2000 WR106.
Ele foi descoberto no ano 2000 por R. S. McMillan e J. Larsen.
Orbita além de Plutão com um período orbital era de 282 anos.
O astrólogo Juan A. Revilla, da Costa Rica, o chama "o grande equalizador."


As Constelações segundo a Astronomia




Áries:

Áries, o Carneiro, é uma constelação do zodíaco . O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Arietis.
Na mitologia, este era o carneiro cuja lã se transformou em ouro, conhecido como Velo d'ouro, ensejando a busca de Jasão e os Argonautas.
O carneiro também é um dos animais preferidos para sacrifícios em diversas culturas Meso-Orientais.
As constelações vizinhas, de acordo com as fronteiras modernas, são Perseus,Triangulum,Pisces, Cetus e Taurus.

Touro:
Taurus, o Touro, é uma constelação do zodíaco. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Tauri. Este é o touro mitológico em que Zeus se transformou para seduzir Europa, uma princesa fenícia.
As constelações vizinhas, de acordo com as fronteiras modernas, são Auriga, Perseus, Áries, Cetus, Eridanus, Orion e Gemini.
Conhecida pela sua maior estrela Aldebaran. Tem 40 vezes o tamanho do Sol e é uma das maiores estrelas junto da Antares na constelação de Escorpião.
Touro é formada apenas pela cabeça, ombros e membros anteriores do Touro. Na literatura grega foi chamada o Busto, representando o touro que raptou Europa, e sua parte posterior estava submersa nas ondas. As estrelas são representadas como um touro em posição de ataque, os chifres enormes abaixados.
A constelação ascendia no equinócio vernal entre 4100 e 1900 a.C., aproximadamente. Manilius referiu-se a ela como "rica em mulheres", referindo-se às sete Híades e sete Plêiades.
Gêmeos:
Gemini, ou Gêmeos, é uma constelação do zodíaco. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Geminorum. Eles representam Castor (α) e Pólux (β), irmãos de Helena de Tróia, na mitologia grega. O planeta-anão Plutão foi descoberto próximo a Wasat, δ Gem, em 1930, por Clyde Tombaugh.
As constelações vizinhas, de acordo com as fronteiras modernas, são Lynx, Auriga, Taurus, Orión, Monoceros, Canis Minor e Câncer.
Câncer:
Cancer (Português Brasileiro) ou Caranguejo ( Português Europeu)é uma constelação do zodíaco. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Cancri . 55 Cancri possui um sistema planetário com dois planetas confirmados. A massa de um deles é 0,84 vezes a de Júpiter, e a do outro é estimada em 5 vezes esta última.
As constelações vizinhas, de acordo com as fronteiras modernas, são Lynx, Gemini, Canis Menor, Hydra e Leo.
Na China, o Aglomerado de estrelas "Presépio" da constelação de Câncer, chama-se Sekishiki, que significa "buraco por onde as almas sobem para o além".
Leão:
Leo, o Leão, é uma constelação do zodíaco. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Leonis. Wolf 359, que é uma das estrelas mais próximas do Sistema Solar, encontra-se nesta constelação.
As constelações vizinhas, de acordo com as fronteiras modernas, são Ursa Major, Leo Minor, Câncer, Hydra, Sextans, Crater, Virgo e Coma Berenices.
Virgem:
Virgo, a Virgem, é uma constelação do zodíaco. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Virginis. Uma das identidades mitológicas da Virgem é Têmis, deusa da justiça, que, desgostosa com o comportamento humano, ascendeu ao céu. Em outras versões é identificada com Astréia, filha de Zeus e Têmis, que viveu entre os homens durante a Idade de Ouro, contudo com a decadência da humanidade, retirou-se para o céu onde foi transformada na constelação da Virgem. Um de seus atributos era a balança, daí a proximidade das duas constelações.
Suas vizinhas, de acordo com as fronteiras modernas, são Boötes, Coma Berenices, Leo, Crater, Corvus, Hydra, Libra e Serpens Caput.
Libra:
Libra, a Balança, é uma constelação do zodiaco. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Librae. Representando a balança segurada pela Virgem, a Justiça, esta constelação também foi, por muito tempo, considerada parte do Escorpião.
As constelações vizinhas, de acordo com as fronteiras modernas, são Serpens Caput, Virgo, Hydra, Lupus, Scorpius e Ophiucus.
Escorpião:
Scorpius, o Escorpião, é uma constelação do zodíaco. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Scorpii. Seu inimigo mitológico é Orión, o caçador, e as constelações estão de fato em pontos diametralmente opostos do céu.
As constelações vizinhas, de acordo com as fronteiras modernas, são Sagittarius, Ophiuchus, Libra, Lupus, Norma, Ara e Corona Australis.
Sagitário:
Sagittarius, o Arqueiro, é uma constelação do zodíaco. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Sagittarii. O centro da Via-Láctea se encontra nesta constelação.
As constelações vizinhas, de acordo com as fronteiras modernas, são Aquila, Scutum, Serpens Cauda, Ophiuchus, Corona Australis, Telescopium, Microscopium e Capricornus.
Na mitologia grega está relacionado com Quíron,um centauro mestre em Medicina.
Sagittarius é o género da ave de rapina secretário.
Capricórnio:
Capricornus é uma constelação do zodíaco. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Capricorni; a constelação é conhecida em português como Capricórnio. Os antigos associavam-na a uma cabra ou cabra-do-mar.
As constelações vizinhas, de acordo com as fronteiras modernas, são Aquila, Sagittarius, Microscopium, Piscis Austrinus e Aquarius.
Na mitologia grega pode se referir a Amaltéia, cabra que amamentou Zeus em sua infância em Creta. Também pode fazer referência a figura do Deus Pan, protetor dos bosques, campos e pastores, e a figura dos sátiros, personagens lendários meio homens ,meio bodes.
Aquário:
Aquarius (Latim para portador da água) é uma constelação do zodíaco. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Aquarii e a abreviação oficial adotada pela União Astronômica Internacional é Aqr; a constelação é conhecida em português como Aquário, o portador de água.
A região do céu em que ela se encontra é conhecida como o Marou a Água, devido à proximidade de constelações como Cetus, a Baleia, Pisces, os Peixes, e o rio Eridanus (Erídano). Este é, por vezes, representado como fluindo do vaso do Aquário. Os antigos viam, nessa constelação, a figura de um homem vertendo água de uma ânfora.
É a constelação da Era de Aquarius.
Na mitologia grega a constelação representa o príncipe troiano Ganímedes.
As constelações vizinhas, de acordo com as fronteiras modernas, são Pisces, Pégasus, Equuleus, Delphinus, Aquila, Capricornus, Piscis Austrinus, Sculptore Cetus.
Peixes:
Pisces, os Peixes, é uma constelação do zodíaco. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Piscium. A estrela α Psc é conhecida como Alrisha, significando "o nó"; este seria o nó da corda usada para atar os peixes em que a deusa Afrodite e seu filho Eros se transformaram para escapar de titã Tífon.
As constelações vizinhas, de acordo com as fronteiras modernas, são Triangulum, Andromeda, Pegasus, Aquarius, Cetus e Áries.

Glifo dos Planetas e dos Signos


A imagem acima mostra o significado de cada Planeta e Signo, clique na imagem para ampliá-la ;)

Estou postando uma imagem para as pessoas que estão querendo iniciar em Astrologia e que quando vê esses símbololos fica assustada achando que é um bicho de sete-cabeças, porém se você quer mesmo estudar Astrologia terá que decorar esses símbolos e seus significados de preferência em ordem, por exemplo: os planetas dos mais rápidos aos mais lentos e os signos iniciando em Áries e terminando em Peixes. Esses símbolos nada mais são do que o alfabeto astrológico.