Os Meridianos




Divisão das Casas por Qualidade



Casas angulares (correspondendo aos signos cardeais): são a primeira, a quarta, a sétima e a décima. Esses ângulos correspondem ao leste (Ascendente), oeste (Descendente), norte (imum coeli ou IC) e sul (Meio-do-Céu ou MC). Esses são os ângulos, os eixos do mapa. Os planetas em Casas angulares têm um grande potencial de ação dinâmica e sua influência é intensificada. Em outras palavras, as Casas angulares têm qualidades cardeais. Alguns livros se referem aos planetas angulares como acidentalmente dignificados.

Casas sucedentes (correspondendo aos signos fixos): são a segunda, a quinta, a oitava e a décima primeira. São chamadas sucedentes porque seguem ou sucedem as Casas angulares. Não tão poderosas mas, assim como os signos fixos, concedem estabilidade e propósito. São também as Casas financeiras.

Casas cadentes (correspondendo aos signos mutáveis): são a terceira, a sexta, a nona e a décima segunda. Essas Casas não têm tanta oportunidade de ação como as angulares, nem conferem uma grande estabilidade como as Casas fixas, mas são adaptáveis e se dão bem com os outros. geralmente são mencionadas como Casas mentais.

Divisão das Casas por Elemento



Cada signo é parte de um agrupamento por elemento. Como cada signo têm uma posição natural por Casa, podemos agrupar as Casas da mesma forma, de acordo com o elemento regente de cada uma.

Fogo: As Casas da vida ou Casas pessoais:


Primeira Casa: o corpo
Quinta Casa: a alma.
Nona Casa: o espírito, a mente.


Terra: As Casas de bens materiais ou Casas das posses:


Segunda Casa: posses, finanças.
Sexta Casa: ocupação.
Décima Casa: reconhecimento, ambiente.


Ar: As Casas de relacionamento ou Casas dos parentes:


Terceira Casa: parentes e vizinhos, aqueles que não selecionamos, consangüíneos.
Sétima Casa: relacionamentos íntimos, parceiros, aqueles que escolhemos para relacionamentos diretos, cônjuge.
Décima primeira Casa: relacionamentos sociais e mentais, aqueles que selecionamos por causa de interesses comuns, por simpatia.


Água: As Casas de conclusões ou Casas terminais:


Quarta Casa: o fim do corpo físico.
Oitava Casa: liberação da alma, morte.
Décima segunda Casa: morte filosófica; os resultados do curso da vida que escolhemos seguir.

Casas Derivadas



Assim como a quinta Casa mostra os seus filhos, a nona Casa (a quinta a partir da quinta Casa) mostra os filhos dos seus filhos, isto é, os seus netos. Ao contar as Casas dessa maneira, não deixe de contar a Casa em questão. Por exemplo: a quinta se torna a Casa 1 quando você começa a contar, a sexta é a Casa 2, a sétima é a 3, a oitava é a 4, e a nona se torna a Casa 5. A nona Casa está a cinco Casas da quinta.
A quarta Casa, como Casa de conclusões, mostra as condições no fim de sua vida. Assim, a oitava Casa mostra as condições do fim da vida dos seus filhos, Conte: quinta, sexta, sétima, oitava.
A segunda casa mostra o seu dinheiro, é a segunda a partir da primeira Casa (você). Assim, a oitava Casa mostra o dinheiro do seu parceiro, pois é a segunda da sétima Casa (o seu parceiro).
Esses são apenas alguns exemplos dos princípios básicos envolvidos no giro da roda para obter informações adicionais de cada Casa.

As Casas Parte 2



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Sabemos que os signos são divisões fixas do céu. As casas, por outro lado, são divisões relativas do céu, dependendo do lugar e da hora de nascimento do indivíduo. A rotação da Terra faz com que os signos e os planetas passem por todas as doze Casas a cada dia. O signo que ocupa o horizonte leste no momento exato do nascimento é chamado Ascendente ou signo em elevação.

Cada Casa representa um campo básico de atividade. Os significados das Casas são modificados quando elas estão ocupadas por planetas. É importante perceber desde já que não ter planetas numa Casa não significa que não haja atividade naquela área. Nenhuma Casa nunca está vazia; cada Casa tem um planeta que rege o signo de sua cúspide. Como há doze Casas e apenas dez planetas, não é possível ter planetas em todas as Casas.

As Casas se relacionam com condições, enquanto os signos nos falam de traços de caráter. Se fôssemos comparar a astrologia com o teatro, diríamos: os planetas são os atores, os signos são os papéis que eles desempenham e as Casas são os cenários ou situações onde o elenco representa. Mercúrio é sempre Mercúrio, mas em Gêmeos desempenha um papel diferente do de Libra; quando Mercúrio está na terceira Casa o cenário é diferente do da sexta.

As Casas nunca mudam de posição. O Ascendente (ou cúspide da primeira Casa) está sempre no ponto leste do horizonte, onde o Sol aparentemente se levanta todas as manhãs. Analogamente, o Descendente (ou cúspide da sétima Casa) está sempre no ponto este do horizonte, onde o Sol se põe a cada tarde. O Meio-do-Céu, a que nos referimos comumente como o MC (cúspide da décima Casa), está sempre no alto ou ponto sul do horóscopo. O ponto oposto, o IC (cúspide da quarta Casa), está sempre no ponto mais baixo da roda ou no ponto norte. A referência à cúspide da décima Casa como MC deriva de sua denominação latina, médium coeli, que significa o meio do céu. A referência à cúspide da quarta Casa como IC vem do latim imum coeli, significando o céu mais baixo.

Conforme viram em aulas anteriores, quando vocês completaram a roda plana, cada Casa é influenciada por um signo do zodíaco; cada Casa tem um regente planetário e se classifica em angular, sucedente ou cadente.

Lembrando que cada Casa apresenta um determinado campo de atividade em nossa vida, vamos agora voltar nossa atenção para uma explicação detalhada das Casas.





Primeira Casa

Signo natural: Áries
Palavra-chave: Identidade
Regente Natural: Marte (angular)
Uma cada de: Vida

A cúspide da primeira Casa é o Ascendente ou signo em elevação. É um dos pontos mais importantes do mapa natal, e mostra exatamente o grau e o signo que estavam no horizonte leste no momento do nascimento. A rotação da Terra faz com que um grau no zodíaco se eleve no horizonte leste aproximadamente a cada quatro minutos; por esta razão, pode-se ver como é importante ter a hora correta do nascimento.

A primeira Casa é em particular o Ascendente, mostra a sua personalidade, o seu temperamento e as suas tendências naturais, a sua individualidade e a sua forma de se expressar. Mostra como as pessoas o vêem, e como você quer que os outros o vejam. É a forma como você “embala” e “vende” a si mesmo. Representa o seu corpo físico, a sua saúde e os primeiros anos de sua infância. Mostra a sua abordagem da vida, a sua perspectiva mundana, a sua aparência e o seu jeito, e o começo de todos os empreendimentos.

  
Segunda Casa

Signo natural: Touro
Palavra-chave: Valores
Regente natural: Vênus (sucedente)
Uma Casa de: Bens materiais

A segunda Casa mostra as questões financeiras, as posses (exceto imóveis), os investimentos, a capacidade de ganhar dinheiro, e qualquer lucro ou perda através dos seus próprios esforços. Indica os seus talentos e recursos interiores, a sua necessidade de realização, seus sentimentos emocionais, seu senso de autodignidade e de seus valores. Como muitas pessoas acreditam que a liberdade é, em grande parte, uma questão de dinheiro, esta é a Casa da liberdade pessoal. Também é a Casa das dívidas materiais.


Terceira Casa

Signo natural: Gêmeos
Palavra-chave: Percepção
Regente natural: Mercúrio (cadente)
Uma Casa de: Relacionamentos e companheirismo

A terceira Casa mostra o ambiente em que você vive, seus irmãos e irmãs e todas as formas de comunicação, tais como a fala e a escrita. Também indica os meios de transporte, inclusive as pequenas viagens. Mostra a adaptabilidade de sua mente no aprendizado e na aceitação de novas idéias, a sua capacidade de se relacionar com o ambiente, e aquilo em que você é naturalmente hábil. Indica a porção consciente e objetiva de sua mente, e a sua escolaridade primária.
 

Quarta Casa


Signo natural: Câncer
Palavra-chave: Segurança
Regente natural: Lua (angular)
Uma Casa de: Conclusões

A quarta Casa mostra o seu lar e os seus pais, a família de onde você vem (as suas raízes) e o lar que você vai formar. Isto inclui a sua herança, a sua hereditariedade e a sua ancestralidade, as suas raízes psicológicas e a sua vida privada. Esta Casa mostra as propriedades como casas ou imóveis, e tudo que é isolado. É uma casa de conclusões: os últimos anos da vida, a finalização de todos os assuntos, a fama póstuma e o lugar de enterro. Mostra o genitor que teve maior influência sobre você na infância, o seu ser subjetivo e os alicerce sobre os quais você constrói seu caráter.





Quinta Casa


Signo natural: Leão
Palavra-chave: Criatividade
Regente natural: Sol (sucedente)
Uma Casa de: Vida

A quinta Casa mostra os filhos, os romances, os casos amorosos, os prazeres, as diversões, as férias e feriados, os jogos, as especulações, os hobbies e os passatempos. Indica a sua atitude emocional e o amor que você dá. Mostra os seus empreendimentos, assim como os esportes, a originalidade e os canais criativos. Também indica capacidade dramática, literária ou artística. A quinta Casa refere-se às publicações, à política, às belas-artes, às questões sociais, à gravidez e à educação dos filhos.


Sexta Casa
 

Signo natural: Virgem
Palavra-chave: Dever
Regente natural: Mercúrio (cadente)
Uma Casa de: Bens materiais

A sexta Casa mostra o seu trabalho, a sua saúde e os seus hábitos. Envolve emprego, empregados, servidores, inquilinos, animais de estimação e dependentes. Mostra o serviço prestado aos outros, os assuntos de rotina, as suas roupas e como você as usa, a higiene, o interesse em alimentação e dieta, a doença e as condições que influem na sua saúde. Esta Casa indica as tias e os tios, o auto-ajustamento e a sua mente inconsciente. Aqui, o trabalho e a saúde estão unidos.

Sétima Casa

 
Signo natural: Libra
Palavra-chave: Cooperação
Regente natural: Vênus (angular)
Uma Casa de: Relacionamentos diretos

A sétima Casa mostra as parcerias conjugais e de negócios, o casamento, o divórcio, os contratos, os processos, as negociações, os acordos, qualquer trato com o público e a resposta do público. Envolve os seus inimigos declarados, a sua cooperação com os outros ou a sua falta de cooperação. Indica aquilo que mais lhe falta, já que está em oposição à primeira Casa, que mostra os seus mais marcados traços de personalidade. Esta Casa mostra as suas atitudes em relação ao casamento: o seu parceiro, o tipo e a qualidade do casamento, e quantos casamentos você pode contrair. Também mostra os seus avós e quaisquer pessoas que atuem como seus agentes ou em seu nome.

Oitava Casa

 
Signo natural: Escorpião
Palavra-chave: Regeneração
Regente natural: Plutão (sucedente)
Uma Casa de: Conclusões

A oitava Casa mostra o apoio que você recebe dos outros, tanto financeiro, quanto moral, espiritual ou físico. Envolve as heranças, custódias, os testamentos, os impostos, os assuntos de seguro, assim como os segredos, a regeneração espiritual e física, o renascimento psicológico, a degeneração e a morte. A oitava Casa também mostra as questões ocultas, o sono, a pesquisa profunda, a investigação e os capitais ocultos. Também inclui o capital dos sócios e as pensões. É a Casa da cirurgia e, juntamente com a sexta, mostra tipos de doença.

Nona Casa
 

Signo natural: Sagitário
Palavra-chave: Aspiração
Regente natural: Júpiter (cadente)
Uma Casa de: Vida

A nona Casa mostra a sua mente superior, o superconsciente. Indica religião, lei, ciência, ideais, educação superior, filosofia, psicologia, estudo mental profundo, seus sonhos e suas visões. Envolve viagens longas, os estrangeiros, o trato com os estrangeiros, o comércio; os grandes negócios, importações e exportações. A nona Casa mostra a Igreja como fatos espiritual, o clero, os sogros, os netos, a intuição, a ética e a opinião pública em geral. Indica lições que aprendemos com a vida.

Décima Casa
 

Signo natural: Capricórnio
Palavra-chave: Honra
Regente natural: Saturno (angular)
Uma Casa de: Bens materiais

A décima Casa mostra a sua profissão, a sua reputação e a sua posição na comunidade. Indica o seu ego, o status, a fama, a promoção, a ambição, as atividades sociais e de negócios, o sem empregador, o governo ou qualquer outra autoridade acima de você. Mostra as suas realizações, como o mundo o vê e avalia, e a influência que você exerce no seu círculo. Aqui, vemos a Igreja como organização, e o outro genitor que não aquele representado pela sua quarta Casa.

Décima Primeira Casa

 
Signo natural: Aquário
Palavra-chave: Consciência social
Regente natural: Urano
Uma Casa de: Relacionamentos de grupo

A décima primeira Casa mostra a sua capacidade de ter amigos, a sua atitude em relação aos amigos e conhecidos e todos os relacionamentos não-emocionais. Indica o que você mais deseja na vida, seus objetivos, o amor que você recebe, assim como o dinheiro obtido com a profissão. Essa Casa mostra os filhos adotivos, os enteados e as circunstâncias sobre as quais você tem pouco controle. Aqui você vê seus interesses humanitários, a maneira como usa os outros, as pequenas e grandes organizações, os clubes e grupos associativos aos quais você pertence.


Décima segunda Casa  

Signo natural: Peixes
Palavra-chave: Subconsciente
Regente natural: Netuno (cadente)
Uma Casa de: Conclusões

A décima segunda Casa mostra as suas forças e fraquezas desconhecidas ou ocultas. Mostra tristeza, sofrimento, limitações, obstáculos, segredos, isolamento, frustração e atividades de bastidores. Indica lugares de confinamento, prisões, hospitais, instituições mentais etc e restrições, inibições, exílio, inimigos secretos, perigos ocultos, autodestruição e casos clandestinos. Pesquisa, fundamentos, sustentação subjetiva, consciência interior, mente subconsciente, débitos espirituais a serem pagos (carma), mas também caridade, simpatia e bem-estar público. Muitas vezes é chamada de lata de lixo do horóscopo porque é para aqui que varremos ou é onde escondemos problemas muito dolorosos para encarar ou as dificuldades que nos recusamos a admitir.

Asteróides segundo a Astrologia

Ceres:





Ceres é o planeta que representa a Natureza cultivada, assim como a ordem, o método, a análise e a saúde. No Mapa vai indicar onde você precisa organizar melhor as coisas e cultivar o que houver de melhor em si mesmo.
Estas são algumas maneiras que você possui de aplicar melhor as suas capacidades enquanto uma pessoa ordeira, limpa, saudável, metódica e organizada, evitando a permanência em atitudes doentias e insistindo em comportamentos superprotetores ou em críticas estéreis que poderão até contribuir negativamente para a sua saúde. 
Essa Grande Mãe que acolhe, cuida e cura dizem ser a mais nova regente do signo de Virgem e, na Mitologia, era também a deusa da fertilidade, o que serve para nos lembrar que é assim que deve ser a nossa vida: fértil e produtiva. 
  
Pallas Athenas:



Pallas representa a virtude e o equilíbrio, além de remeter à imagem da Sabedoria aliada à prática da vida. Na Casa astrológica onde ela estiver, indicará onde você deve lutar para expulsar todo e qualquer vício e, acima de tudo, estabelecer a virtude como condição de poder tomar o leme de sua própria existência. 
Ao realizar esta tarefa com sucesso, você conseguirá fazer brilhar sua melhor parte, realçando suas virtudes e tornando-se equilibrado, comprometido com seus objetivos e justo em suas decisões. Ao contrário, quando abre mão dessas prerrogativas e opta pelo lado viciado das coisas, você permite que sua pior parte prevaleça, tornando-se uma pessoa leviana, omissa e fofoqueira, além de promover intrigas com uma facilidade indesejável. 
Dizem ser Palas o novo regente do signo de Libra e, na Mitologia, é a deusa virgem da "guerra justa", aquela luta da qual você não pode fugir e que deve empreender para conservar o que existe de puro em si próprio, além de manter o que há de mais justo e equilibrado em sua vida. 
Não esqueça que Pallas é uma guerreira, que o símbolo de Libra é uma balança e que a Justiça geralmente é representada pela espada e a balança... Provavelmente para não perdermos de vista a necessidade de sermos ponderados, pesarmos e medirmos tudo que for necessário, mas também não ficarmos indecisos na hora de usarmos a espada, porque, com certeza, existem coisas que não merecem serem medidas ou pesadas! 


 Vesta:



Na carta astrológica, Vesta representa a capacidade de assumir e cumprir os votos e os deveres, tanto no trabalho quanto nas relações. A posição em que está na carta identifica onde existe comprometimento, de que forma ele se faz e como se focaliza a energia para cumprir o que o foi proposto. 


Astrea: 




Representa a falta de jogo de cintura para se desfazer de algo. Bloqueios que nos impedem de começar algo novo e muitas vezes assuntos que não são terminados.


Juno ou Hera:



Na carta astrológica Juno ou Hera é o asteróide das relações corretas dentro do casamento. Ela identifica a justiça ou a falta dela na parceria de casamento, e revela a capacidade de sustentar relações de compromisso.

Cupido:

O lugar do mapa onde Cupido está mostra o assunto e a área onde você tende a encontrar o seu amor, ou aonde você não consegue se controlar e acaba se apaixonando.

Hígia:

Na carta astrológica, Higéia se relaciona com assuntos ligados à saúde, seja um interesse especial, seja a necessidade de tornar mais saudável aquele setor da vida em que se encontra na carta.

Éros:

O lugar do mapa onde Eros está, mostra o que leva você a se atrair nas outras pessoas, na qual sempre quer se unir. Mostra o tipo de pessoa que a gente sempre se atrai e quer ter uma vida afetiva. Quase o mesmo significado que o Cupido.

Chíron:




Astrologicamente Quíron está relacionado ao tema da dor e da cura. A nível pessoal, representa a natureza das feridas psicológicas mais profundas, que recebemos nas primeiras fases da vida, conflitos e problemas que exigem solução, com origem na infância ou que são inconscientes, mostrando áreas em que somos vulneráveis.A configuração de Quíron quase sempre descreve o tipo de conexão existente entre o indivíduo e seu sofrimento interno, bem como um caminho passível de levá-lo à cura.
No mapa astral, Quíron mostra uma área aonde temos tendência a repetir os mesmos erros (Saturno) até que um dia nos damos conta disso (Urano); o mesmo ponto do nosso mapa que aponta um padrão repetitivo ou doloroso é o ponto em que podemos atingir uma libertação, exercendo nosso livre-arbítrio. Primeiro é preciso haver consciência de que algo está errado. E segundo, muita disposição em modificar isso. "Em outras palavras, parece que quando você compreende o que precisa enfrentar e o que de fato está em seu caminho (Saturno) e reconhece o que tem a fazer pela frente (Urano) você está modificando o seu destino (Quíron)".

Asteróides segundo a Mitologia

Ceres:




Ceres, Deméter para os gregos, é deusa do cereal. É uma deusa matriarcal, a imagem do poder das entranhas da terra. Diz-se que ela ensinou aos homens as artes de arar, plantar e colher, e às mulheres, como moer o trigo e fazer o pão.
Segundo a mitologia, o início da vida de Ceres foi bastante traumático. Assim que nasceu, teve o mesmo destino dos seus irmãos Juno, Vesta, Plutão e Netuno e foi engolida pelo seu pai, Saturno. A beberagem oferecida por Júpiter a Saturno, único filho que não havia sido engolido, fez com que Saturno "vomitasse" todos irmãos. Ceres, por ter sido a segunda filha, foi a penúltima a ser devolvida.
Mas foi um episódio envolvendo sua filha que marcou mais significativamente a personalidade desta deusa. Ceres morava feliz com sua única filha, Prosérpina, na mais completa harmonia. Entretanto, certo dia, ao colher flores, a garota foi atraída por um lindo narciso. Ao estender a mão para pegá-lo, o solo fendeu-se diante dela surgindo Plutão, o deus das trevas e irmão de sua mãe, que havia se apaixonado perdidamente pela jovem. Plutão então puxou-a para seu carro de ouro e levou-a para o seu reino - os infernos. Prosérpina gritou pedindo ajuda ao seu pai Júpiter, mas não recebeu nenhum auxílio.
Sob a influência de Plutão, Prosérpina aceitou comer um "bago de romã" , a fruta das trevas, que tinha o poder de aprisionar nos infernos para sempre quem a comesse. Desesperada, Ceres, procurou sua filha por nove dias e nove noites sem parar para comer, dormir ou beber água. Também pediu ajuda a Júpiter, seu irmão e pai de sua filha, mas não foi atendida.
Enfurecida e incapaz de aceitar a perda da filha, Ceres ordenou que a terra secasse, recusando-se a devolver-lhe a abundância. Nada a faria mudar e o mundo estava condenado a perecer por falta de alimento. Graças a intervenção do deus da comunicação e mensageiro dos deuses, Mercúrio, Ceres aceitou o acordo: Prosérpina viveria com sua mãe durante nove meses do ano e deveria retornar para o marido nos três outros meses.
Ceres representa a experiência da maternidade, não só a gestação física, mas a experiência da Grande Mãe, da descoberta do corpo como algo precioso e valioso que requer muita atenção. Significa os prazeres simples da vida, a conscientização de que somos parte da natureza. Ceres representa uma sabedoria não racional, que vem da natureza, da capacidade de esperar até que as coisas estejam maduras para agir.Como filhos de Ceres, a grande mãe, temos a capacidade de nos percebermos parte da mesma natureza e de estar em harmonia com tudo o que nos cerca. Ela também representa a aceitação das mudanças e separações, inclusive aquelas que envolvem muita dor. É o amadurecimento do grão que se transforma em árvore e doa seus frutos para os filhos. Por outro lado, sua figura de mãe enlutada, com a vida marcada por mudanças bruscas e separações traumáticas, representa o rancor e a mágoa.


 Pallas Atenas:



Narra o mito que a Sabedoria e a Justiça, personificadas pela deusa grega Athena, é fruto de Métis (a astúcia, a inteligência) com o poderoso Zeus, ordenador do Cosmos.
Após ter sido proferido pelo oráculo que, se Zeus tivesse uma filha, ela se tornaria ainda mais poderosa que ele, Zeus tratou de engolir Métis para impedir o nascimento. Assim, Athena é gerada na cabeça do soberano do Olimpo (por isso, a deusa é associada ao lógos).
Findado o período de gestação, o supremo deus começou a sentir terríveis dores de cabeça, pois enquanto a Justiça não nasce, elas são inevitáveis.
Desesperado e no limite, Zeus ordena ao ferreiro divino Hefestos (Vulcano) que lhe abra a cabeça. Mesmo a contragosto, com técnica e precisão, desferra-lhe o machado de ouro certeiro e todos se surpreendem ao verem surgir, imponente e armada, pronta para a guerra, a deusa Palas Athena.
Palas significa "a donzela", pois a poderosa filha pede ao pai para manter-se sempre virgem e, desta forma, impor-se com a autoridade de quem não se deixa seduzir ou corromper.
Sua principal característica física é o porte altivo. Invocando a proteção de Athena sobre todo e qualquer embate, tem-se a vitória como certa, uma vez que Palas Athena é sempre acompanhada por Niké (a vitória).

Vesta:




Vesta, filha de Saturno e Cibele, era a deusa dos laços familiares, simbolizada pelo fogo da lareira. Embora Vesta fosse bastante cortejada pelos deuses Poseidon e Apolo, a deusa havia jurado a Zeus que se manteria virgem, fato pelo qual ele lhe deu a honra de ser venerada em todos os lares e ser muitíssima respeitada por todos os deuses e mortais.
Em Roma, a deusa Vesta simbolizava a perenidade do império. Suas sacerdotisas eram chamadas de vestais e tinham um voto de castidade, além de ter que servir Vesta durante trinta anos.
Normalmente, Vesta era apresentada como uma mulher jovem, com grandes roupas e um véu sobre a cabeça e ombros. Devido a sua simplicidade, não houveram tantas manifestações artísticas nem histórias narrando os fatos a respeito da deusa.
 Era muito comum utilizar a sua imagem nas moradas dos jovens que iam adquirir conhecimento longe de sua terra natal. Cortejada pelos deuses, e especialmente pelo belo Apolo e por Netuno, Vesta rejeitou todas as propostas amorosas e conseguiu que o próprio Júpiter protegesse sua virgindade.
Devido a sua vontade de permanecer casta, suas sacerdotisas, as vestais, que vigiavam em permanência o fogo sagrado nos templos, também se mantinham assim. De onde saiu a expressão virgem vestal.


Juno ou Hera:




Juno ou Juno Lucina, também conhecida como Hera na mitologia grega, é a esposa de Júpiter e rainha dos deuses. É representada pelo pavão, sua ave favorita. Íris era sua servente e mensageira.
Juno e Júpiter tinham 2 filhos, Marte (Ares), deus da guerra e Vulcano (Hefesto), o artista celestial, que era coxo. Juno sentia-se tão aborrecida ao vê-lo que atirou-o para fora do céu. Outra versão diz que Júpiter o jogou para fora, por este ter participado de uma briga do rei do Olimpo com Juno, deixando-o coxo com a queda.
Juno possuia muitas rivais, entre elas, a bela Calisto, que Juno, por inveja da imensa beleza que conquistara seu marido, transformou numa ursa. Calisto passou a viver sozinha com medo dos caçadores e das outras feras da floresta, esquecendo-se de que agora ela própria era uma. Um dia, Calisto reconheceu num caçador seu filho Arcas, já homem. Quis correr e abraçá-lo mas Arcas já erguera sua lança para matá-la quando Júpiter, vendo a desgraça que estava por acontecer afastou-os e lançou-os ao céu transformando-os nas constelações de Ursa Maior e Ursa Menor. Juno, enfurecida por Júpiter ter dado tal privilégio a sua rival, sai à procura de Tétis e Oceanus, as antigas divindades do mar. Conta-lhes toda a injúria que Júpiter fizera a ela, e pede para que eles não deixem as constelações se esconderem em suas águas. Assim a Ursa Maior e a Ursa Menormovem-se em círculo no céu mas nunca descem por trás do oceâno, como as outras estrelas.
Outra de suas rivais foi Io, que Júpiter, ao sentir a presença de Juno, transforma em uma novilha. Juno, desconfiada, pede a novilha de presente. Júpiter não podia negar um presente tão insignificante a sua mulher, então, pesaroso, entrega a novilha a Juno que coloca-a sob os cuidados de Argos Panoptes, um monstro de muitos olhos, e tendo tantos, nunca fechava mais que dois para dormir, vigiando Io dia e noite. Júpiter, perturbado pelo sofrimento da amante, pede a Mercúrio que mate Argos. Com músicas e histórias, Mercúrio consegue fazer com que Argos feche seus 100 olhos e nisso corta sua cabeça fora. Juno entristecida recolhe seus olhos que haviam perdido toda a luz e coloca-os na cauda de seu pavão, onde permanecem até hoje.
Enfurecida, Juno persegue Io por muitas partes da terra até que Júpiter intercede por ela prometendo não dar mais atenção a Io. Juno concorda devolvendo-lhe a aparência humana.
Outro forte inimigo de Juno foi Hércules, filho de Júpiter com a mortal Alcmena. A este declarou guerra desde seu nascimento. Com uma tentativa frustrada de matá-lo quando era apenas um bebê, Juno o submete a Euristeus, que o envolve em muitas aventuras perigosas que ficaram conhecidas como "doze trabalhos".

Cupido:



Cupido nos tempos primitivos é considerado um dos grandes princípios do universo e até o mais antigo dos deuses. Representa a força poderosa que faz com que todos os seres sejam atraídos uns pelos outros, e pela qual nascem e se perpetuam todas as raças. Mitologicamente, não sabemos quem é seu pai, mas os poetas e escultores concordam em lhe dar Vênus por mãe, e é realmente naturalíssimo que Cupido seja filho da beleza.
O nascimento de Cupido proporcionou a Lesueur o tens de uma encantadora composição. Vênus sentada nas nuvens está rodeada das três Graças, uma das quais apresenta o gracioso menino. Uma das Horas, que paira no céu, esparze flores sobre o grupo.
Notando Vênus que Eros (Cupido) não crescia e permanecia sempre menino, perguntou o motivo a Têmis. A resposta foi que o menino cresceria quando tivesse um companheiro que o amasse. Vênus deu-lhe, então, por amigo Anteros (o amor partilhado). Quando estão juntos, Cupido cresce, mas volta a ser menino quando Anteros o deixa. É uma alegoria cujo sentido é que o afeto necessita de ser correspondido para desenvolver-se.
A educação de Cupido por Vênus proporcionou assunto para uma multidão de maravilhosas composições em pedras gravadas. Vênus brinca com ele de mil modos diversos, pegando-lhe o arco ou as setas e seguindo-lhe com o olhar os graciosos movimentos. Mas o malicioso menino vinga-se, e várias vezes a mãe experimenta o efeito das suas flechadas.
Cupido era freqüentemente considerado um civilizador que soube mitigar a rudeza dos costumes primitivos. A arte apoderou-se dessa idéia, apresentando-nos os animais ferozes submetidos ao irresistível poder do filho de Vênus. Nas pedras gravadas antigas vemos Cupido montado num leão a quem enfeitiça com os seus acordes; outras vezes atrela animais ferozes ao seu carro, após domesticá-los, ou então quebra os atributos dos deuses, porque o universo lhe está submetido. Não obstante o seu poder, jamais ousou atacar Minerva e sempre respeitou as Musas.
Cupido é o espanto dos homens e dos deuses.Júpiter, prevendo os males que ele causaria, quis obrigar Vênus a desfazer-se dele. Para o furtar à cólera do senhor dos deuses, viu-se Vênus obrigada a ocultá-lo nos bosques, onde ele sugou o leite de animais ferozes. Também os poetas falam sem cessar da crueldade de Cupido: "Formosa Vênus, filha do mar e do rei do Olimpo, que ressentimento tens contra nós? Por que deste a vida a tal flagelo, Cupido, o deus feroz, impiedoso, cujo espírito corresponde tão pouco ao encantos que o embelezam? Por que recebeu asas e o poder de lançar setas, a fim de que não pudéssemos safar-nos dos seus terríveis golpes?" (Bíon).
Um epigrama de Mosco mostra a que ponto conhecia Cupido o seu poder, até contra Júpiter. "Tendo deposto o arco e o archote, Cupido, de cabelos encaracolados, pegou um aguilhão de boieiro e suspendeu ao pescoço o alforje de semeador; depois, atrelou ao jugo uma parelha de bois vigorosos e nos sulcos atirou o trigo de Ceres. Olhando, então para o céu, disse ao próprio Júpiter: "Fecunda estes campos, ou então, touro da Europa, eu te atrelarei a este arado." (Antologia).
Luciano, nos seus diálogos dos deuses, assim formula as queixas de Júpiter a Cupido:
"Cupido. - Sim, se cometi um erro, perdoa-me, Júpiter. Sou ainda menino e não atingi a idade da razão.
Júpiter. - Tu, Cupido, um menino?! Mas se és mais velho que Japeto. Por não teres barba nem cabelos brancos, julga-tes ainda menino? Não. És velho e velho maldoso.
Cupido. - E que mal te fez, pois, este velho, como dizes, para que penses em encadeá-lo?
Júpiter. - Vê, pequenino malandro, se não é grande mal insultar-me a ponto de fazeres com que eu me revestisse da forma de sátiro, touro, cisne e água. Não fizeste com que mulher alguma se apaixonasse de mim próprio, e não sei absolutamente que, pelo teu sortilégio, eu tenha conseguido agradar a uma que fosse. Pelo contrário, devo recorrer a metamorfoses e ocultar-me. É verdade que amam o touro ou o cisne, mas se me vissem morreriam de medo." (Luciano).
Cupido inspirou encantadores trechos a Anacreonte: "No meio da noite, na hora em que todos os mortais dormem, Cupido chega e, batendo à minha porta, faz estremecer o ferrolho: "Quem bate assim? exclamei. Quem vem interromper-me os sonhos cheios de encanto? - Abre, responde-me Cupido, não temas, sou pequenino. Estou molhado pela chuva, a lua desapareceu e eu me perdi dentro da noite." Ouvindo tais palavras apiedei-me; acendo a lâmpada, abro e vejo um menino alado, armado de arco e aljava; levo-o ao pé da lareira, aqueço-lhe os dedinhos entre as minhas mãos, e enxugo-lhe os cabelos encharcados de água. Mal se reanima: "Vamos, diz-se, experimentemos o arco. Vejamos se a umidade o não estragou. "Estica-o, então, e vara-me o coração, como faria uma abelha; depois, salta, rindo com malícia: "Meu hóspede, diz, rejubila-te. O meu arco está funcionando perfeitamente bem, mas o teu coração está agora enfermo." (Anacreonte).
"Um dia, Cupido, não percebendo uma abelha adormecida nas rosas, foi por ela picado. Ferido no dedinho da mão, soluça, corre, voa para o lado de sua mãe: "Estou perdido, morro! Uma serpentezinha alada me picou. Os lavradores dizem que é uma abelha." Vênus responde-lhe: "Se o aguilhão de uma simples abelha te faz chorar, meu filho, reflete como devem sofrer aqueles a quem tu atinges com as setas!" (Anacreonte).

Hígia:




Na mitologia grega Higéia (equivalente romana: Salus) era a filha de Esculápio. Era a deusa da saúde, limpeza e sanitariedade (e posteriormente: a lua), exercia uma importante parte no culto do pai . Enquanto seu pai era mais associado diretamente com a cura, ela era associada com a prevenção da doença e a continuação da boa saúde.
Higia era assunto de um culto local desde pelo menos o século VII a.C e "Atena Higia" era um dos títulos dados à Atena.
No entanto, o culto de Higia como uma deusa independente não começou a ser divulgado até o Oráculo de Delfos a ter reconhecido, e depois da devastadora praga sobre Atenas em 429 e 427 a.C e em Roma em 293 a.C. Seus templos primários eram em Epidauro, Corinto, Cós e Pérgamo

Éros: 



Ignorado por Homero, Eros aparece pela primeira vez na Teogonia de Hesíodo, que o descreve como o mais belo dos imortais, capaz de subjugar corações e triunfar sobre o bom senso.
Deus grego do amor e do desejo, Eros encerrava, na mitologia primitiva, significado mais amplo e profundo.
Ao fazê-lo filho do Caos, vazio original do universo, a tradição mais antiga apresentava-o como força ordenadora e unificadora.
Assim ele aparece na versão de Hesíodo e em Empédocles, pensador pré-socrático.
Seu poder unia os elementos para fazê-los passar do caos ao cosmos, ou seja, ao mundo organizado.
Em tradições posteriores era filho de Afrodite e de Zeus, Hermes ou Ares, segundo as diferentes versões.
Platão descreveu-o como filho de Poro (Expediente) e Pínia (Pobreza), daí que a essência do amor fosse "sentir falta de", busca constante, em perpétua insatisfação.
Seu irmão Ânteros, também filho de Afrodite, era o deus do amor mútuo e, às vezes, oponente e moderador de Eros.
Artistas de várias épocas representaram com freqüência o episódio da relação de Eros com Psiqué, que simboliza a alma e constitui uma metáfora sobre a espiritualidade humana.
Em Roma, Eros foi identificado com Cupido. Inicialmente representavam-no como um belo jovem, às vezes alado, que feria os corações dos humanos com setas.
Aos poucos, os artistas foram reduzindo sua idade até que, no Período Helenístico, a imagem de Eros é a representação de um menino, modelo que foi mantido no Renascimento.

Chíron: 



Chíron foi um centauro sábio que conseguiu dominar sua natureza animal, ele era gentil e conhecedor de várias artes como música, medicina, guerra, atronomia e o dom de prever o futuro.
Chiron vem do grego Kheiron , donde Kheir=mão. Lembremos que ele era um grande médico, pois sabia muito compreender seus pacientes, por ser um médico ferido.
Ele representa o triunfo do espírito, da inteligência e da Sabedoria sobre a matéria, os instintos e as paixões injustificadas.
Na educação dos heróis, a primeira etapa deveria sempre passar pelas mãos de Chíron, que lhes ensinava a Sabedoria da Vida através do sofrimento.
Ele vivia dentro de uma gruta por ser filho de Saturno, símbolo de Velho Mestre. Foi instrutor de Aquiles(ímpeto), de Ulisses(prudência), de Esculápio (Cura) e de muitos príncipes.
Ele tinha uma ferida incurável em sua anca, que foi causada inadvertidamente por Hércules, quando este lutava contra os centauros monstruosos e o atingiu na luta. Pela dor de sua ferida ele fazia o seu “Cura-te a ti mesmo” e assim podia ensinar aos outros a arte de Curar.
Ele nos ensina a Transformação de nossas forças Telúricas em forças de Vida, com direção e com obediência à voz do EU SUPERIOR
“Ninguém pode Curar mais, além da medida em que se há curado a si mesmo”.
Lembremos que Chiron era imortal por ser filho de Saturno, mas sua dor era tão profunda que ele trocou sua imortalidade com Prometeu.
Chíron fez o sacríficio de sua parte instintiva, quando caminhou para a Morte libertou toda sua compaixão e ele se torna o grande consolador de Almas. Quando morreu foi levado para um Universo Paralelo, no plano dos Arquétipos, e ele é o Senhor da grande Porta do Universo de Cura.
Na mitologia grega Higéia (equivalente romana: Salus) era a filha de Esculápio. Era a deusa da saúde, limpeza e sanitariedade (e posteriormente: a lua), exercia uma importante parte no culto do pai . Enquanto seu pai era mais associado diretamente com a cura, ela era associada com a prevenção da doença e a continuação da boa saúde.
Higia era assunto de um culto local desde pelo menos o século VII a.C e "Atena Higia" era um dos títulos dados à Atena.
No entanto, o culto de Higia como uma deusa independente não começou a ser divulgado até o Oráculo de Delfos a ter reconhecido, e depois da devastadora praga sobre Atenas em 429 e 427 a.C e em Roma em 293 a.C. Seus templos primários eram em Epidauro, Corinto, Cós e Pérgamo

Asteróides segundo a Astronomia

Ceres:



Em 2001, astrônomos europeus descobriram um astro com cerca de 600 km de raio, no Cinturão de Kuiper. Tempos depois, em 2005, descobriu-se Éris – maior que Plutão, inclusive. As descobertas fizeram os astrônomos criar uma nova classe de objetos, os planetas anões, do qual hoje fazem parte Ceres, Plutão e Éris. Outros objetos, como o asteróide Varuna, com 450 km de raio, ainda são candidatos a essa nova categoria.

Palas Atenas:



Palas, encontrado 28 de Março de 1802, em Bremen por astrônomos alemãs Heinrich Olbers de Wilhem (1758-1840) então ocupados observações para localizar e determinar a órbita do asteróide Ceres, descobriu o anterior por Giuseppe Piazzi (1746/1826), por meio das previsões de mathematician grandes Carl Friedrich Gauss (1777-1855).
Palas é o segundo maior cinto 4086 principal (526 quilômetros de diâmetro médio) e o segundo que foi descoberto.
Palas foi nomeada e, em honra a deusa grega da sabedoria, ciência e artes.

Vesta:



Vesta (asteróide 4) foi o quarto asteróide, descoberto por Olbers (1807) e é o terceiro maior asteróide em tamanho, medindo entre 530 e 468 km em diâmetro. Está localizado no Cinturão de Asteróides, região entre as órbitas de Marte e Júpiter, a 2,36 UA do Sol. Vesta é um asteróide do tipo S, rico em silicatos. Seu tamanho e o brilho pouco comum na superfície fazem de Vesta o mais brilhante asteróide. É o único asteróide que é ocasionalmente visível a olho nu.
Vesta foi descoberta pelo astrónomo alemão Heinrich Wilhelm Olbers a 29 de Março de 1807. O nome provém da deusa Vesta, a deusa virgem da casa. O próximo asteróide só foi descoberto 38 anos depois, 5 Astreia.
Teoriza-se que nos primeiros tempos do sistema solar, Vesta era tão quente que o seu interior derreteu. Isto resultou numa diferenciação planetária do asteróide. Provavelmente tem uma estrutura em camadas: um núcleo metálico de níquel-ferro coberto por uma camada (manto) de olivina. É um asteróide tipo S. A superfície é de rocha basaltica, originária a partir de antigas erupções vulcânicas. A atividade vulcânica não existe hoje.

Astrea:

Astrea (en latín, Astraea) é um grande asteroide do cinturão de asteróides. Sua superfície é altamente brilhante. Sua composição é uma mescla de níquel-ferro com silicatos de magnésio e fero.
Astrea, deusa griega da justiça junto a Temis, sua mãe.
Foi o quinto asteróide a ser descoberto em 8 de dezembro de 1845 por Karl Ludwig Hencke desde Driesen (Alemania).
Demorou 38 anos a ser descoberto o próximo asteróides depois de Vesta em 1807. Durante estes 38 anos se pensou que só existissem 4 asteróides. Depois de Astrea, se tem encontrado vários milhares de asteróides.

Juno ou Hera:



Juno é o terceiro asteróide descoberto no sistema solar, Juno (Juno 3) leva seu nome de esposa de Júpiter.
Juno, foi descoberto por Carl Ludwig Harding em Lilienthal, Observatório perto de Bremen, 1 de Setembro de 1804 a utilizar um telescópio de abertura de simples 5 cm.
Órbita de Juno alterada em 1839, talvez devido a um impacto.
Imagens efectuados em Adaptive/óptica no Mount Wilson (Estados Unidos da América) Observatório revelam que o pequeno planeta de 240 km de diâmetro tem sido completamente ténue por uma colisão que criou uma vasta Cratera de 100 km parecido com um tamanho de bite.

Cupido:

Cupido (asteróide 763) é um asteróide da cintura principal, a 1,8703391 UA. Possui uma excentricidade de 0,1655122 e um período orbital de 1 225,58 dias (3,36 anos.
cupido tem uma velocidade orbital média de 19,89493639 km/s e uma inclinação de 4,08473º.
Este asteróide foi descoberto em 25 de Setembro de 1913 por Franz Kaiser.

Higia:

Hígia (Hygiea, asteróide 10) é o quarto maior asteróide da cintura principal com um diâmetro de 407 quilómetros com uma superfície escura.
Hígia é composta de material carbonáceo primitivo semelhante a meteoritos do tipo condrite. É o membro principal do Grupo Hígia.
Este planetóide foi descoberto por A. de Gasparis a 12 de Abril de 1849 em Nápoles, Itália. Hígia é o primeiro de muitos asteróides descobertos por Gasparis.
O nome de Hígia provém de uma deusa grega da saúde, filha de Asclépio (Asculápio para os romanos). Gasparis deixou o seu amigo Ernesto Capocci dar o nome ao asteróide como forma de agredecimento pelo encorajamento que este lhe deu.
O telescópio espacial Hubble conseguiu desvendar a superfície esférica do asteróide. Até ao momento, foram observadas 5 ocultações estrelares por Hígia.

Éros:


Éros 433 é uma família de Amors, S asteróide descoberto 13 de Agosto de 1898, por astrônomos alemães Gustav Witt, esta família para ser descoberto pela primeira vez.
PERTO de sonda Shoemaker (próximo Earth Asteroid Rendezvous), lançada em 17 de Fevereiro de 1996 pela NASA, desembarcada em 12 de Fevereiro de 2001, engenheiros de centro de controle conseguiram o feito para solicitar perto da superfície do asteróide de Éros para estabelecer um mapeamento completo da superfície do Éros.
Suas imagens de alta resolução superfície foram combinadas com perto de medições rangefinder laser para a imagem abaixo.
Éros é um órgão sólido de um tomar a composição quase uniforme que formou durante os primeiros anos da formação de nosso sistema solar.
A sonda, enquanto não tinha sido fornecido que surjam sobre o asteróide sobreviveu suficientemente longo para passar uma análise da composição da poeira cobrindo o asteróide. Em Dezembro de 2002, a NASA conseguiu restaurar o contato de rádio com a sonda.

Chirón:

Em 1 de abril de 1996 o objeto 95P/Chiron ou Pequeno Planeta 2060 Chiron passou perto da Terra, a mais de 1,2 bilhões de quilômetros.
Ele é interessante porque é um objeto que tem coma e cauda, o que é característico de um cometa, mas orbita na região de asteróides e é 50.000 vêzes maior que um cometa o que o torna um asteróide! Mas o que será ele?
A órbita de Chiron é bastante excêntrica, sendo seu periélio de 8,46 UA (o de Saturno é 9,54) e o seu afélio de 19,0 UA (o de Urano é 19,18).
Parece que Chiron está nessa órbita a poucos milhões de anos pois: essa órbita é instável podendo ser perturbada pelos planetas gigantes; Chiron ainda possui materiais voláteis na sua superfície, os quais normalmente se sublimam em alguns milhões de anos. Chiron é um forte candidato a pertencer aos Centauro, família de asteróides que deixaramo Cinturão de Kuiper e tem suas órbitas entre 9 e 19 UA.
Sua coma gasosa e poeirenta varia muito de tamanho e brilho. A coma chegou a 2 milhões de quilô- metros e o brilho flutuou de um fatôr 4 em horas. Uma atmosfera com 1.200 km de diâmetro circunda Chiron.
A próxima passagem de Chiron pelo periélio ocorrerá em 2047 quando estará 4 vezes mais próximo, 250 vezes mais brilhante que um objeto típico do cinturão de Kuiper e estará recebendo 10 vezes mais radiação do Sol. Os cientistas esperam até lá coletar muitos dados a respeito desse cometa ou asteróide?.

Dignidades, Detrimentos, Exaltações e Quedas



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Dignidade: Quando está no signo que rege, o planeta está dignificado. Nossa resposta a ele é intensificada. Quando um planeta está dignificado, ele tem controle sobre as suas circunstâncias e está se sentindo em casa.

Detrimento: Quando está no signo oposto ao que rege, o planeta está em detrimento. Ele não opera com força total e adquire mais a coloração do signo. Quando um planeta está em detrimento, ele se sente como um visitante e deve se ajustar as regras e regulamentos.

Exaltação: Todo planeta tem um determinado signo, além do signo que rege, em que se expressa harmoniosamente. Este é o signo de sua exaltação. As forças complementares são aumentadas e as virtudes são ampliadas. Quando um planeta está exaltado, ele se sente á vontade na casa de um amigo.

Queda: Quando está no signo oposto ao de sua exaltação, o planeta está em sua queda, pois aqui ele tem dificuldade para expressar sua verdadeira natureza. Quando um planeta está em queda, ele precisa ficar na casa de outra pessoa e não se sente realmente á vontade ali.

Os Planetas segundo a Astrologia

Sol






Rege: Leão.
Exaltação: Áries.
Detrimento: Aquário.
Queda: Libra.
Glifo: O escudo de Hélio, ou o círculo da infinidade (o ponto representa a pessoa interior).
Anatomia: O coração, a parte superior das costas, o baço, o sistema circulatório, o esperma, o olho direito do homem e o olho esquerdo da mulher.
Representa: O impulso do poder, a personalidade, o ego.
Palavra-Chave: O ser interior.

A principal expressão do indivíduo. Mostra as qualidades de liderança e sucesso. Representa o princípio masculino, o pai, o marido e os homens em geral. O Sol rege a saúde, os princípios vitais, a autoridade e os chefes, os altos postos, a nobreza, a alta administração, o progresso, a dignidade, a energia, o senso de identidade e a capacidade de experiência. Sua ação é fortificadora e vitalizadora. O posicionamento do Sol indica a vida e o coração do mapa, onde você deseja brilhar.

Lua:






Rege: Câncer.
Exaltação: Touro. 
Detrimento: Capricórnio.
Queda: Escorpião.
Glifo: Lua no quarto crescente.
Representa: Necessidade de proteção familiar.
Palavra-Chave: Emoções.
Anatomia: Peito, estômago, equilíbrio dos fluidos do corpo, digestão, secreções glandulares, olho esquerdo do homem, olho direito da mulher.

A influência da Lua no mapa é muito importante porque ela é o planeta mais próximo da Terra e se move rapidamente pelo zodíaco. Representa o princípio feminino: mãe, esposa e mulheres em geral. Instintos, humor, marés, fases, receptividade, flutuações, sentimentos, padrões de hábitos, ações reflexas. Sua ação oscila e muda. Governa os interesses pessoais, os desejos, as necessidades, o magnetismo, o crescimento e a fertilidade, a necessidade de contato, a impressionabilidade e a consciência. Rege os líquidos, as mercadorias, a navegação, a fabricação de bebidas, a enfermagem, os comerciantes e o público em geral. A colocação da Lua no mapa mostra onde você está sujeito a altos e baixos emocionais.

Os Nodos da Lua:



Os nodos não são corpos celestes; são pontos na longitude celeste onde a Lua cruza a eclíptica (ou caminho do Sol). O nodo norte da Lua tem seu posicionamento indicado nas efemérides e o nodo sul é sempre seu oposto direto, com o mesmo número de graus e minutos, porém no signo oposto. Exemplo: se o nodo norte está a 10°50' de Áries, o nodo sul está a 10°25' de Libra.

Nodo Norte ( ou cabeça do dragão)




É um ponto de ganho, de aumento, de acréscimo de confiança. É onde você absorve ou recebe. A sua localização no mapa mostra a direção que você deve se esforçar para seguir, no sentido de se realizar.

Nodo Sul (ou cauda do dragão)



Um ponto de liberação ou abandono. É onde você precisa dar ou onde lhe tomam. A sua colocação no mapa mostra onde você pode tomar a saída mais fácil.



Lilith



A Lua descreve uma trajetória elíptica ao redor da Terra. Uma elipse possui dois pontos focais e aquele que fica vazio foi denominado Lua Escura, Lua Negra ou Lilith. Isto se constitui numa definição um tanto simplificada, pois, na realidade, a Lua e a Terra movem-se ambas ao redor de seu centro comum de gravidade, e a trajetória da Lua não é uma elipse exata, mas um tanto oscilante. Assim é necessário estabelecer a diferença entre a órbita média da Lua, que é uma elipse levemente alongada, e a órbita real, que oscila ao redor da órbita média devido a diversas interferências. Assim como há um Nodo Lunar “médio” e outro “real”, e como há uma elipse “média” e outra “real”, também há uma Lilith “média” e outra “real”. Escrevo real entre aspas salientando que o Nodo da Lula só é “real” umas duas vezes ao mês, quando a Lula se encontra realmente sobre ele, já que no resto do tempo, ele é tão “irreal” quanto o Nodo Médio. A propósito, quando se trabalha com um ponto tão próximo à Terra, devemos considerar o efeito paralaxe, isto é, devemos ponderar que um determinado ponto da Terra é visto a partir de um certo ângulo de um ponto no céu. A Astrologia observa os planetas sob o ponto-de-vista geocêntrico, ou seja a partir da Terra, e não de maneira topocêntrica, a partir do ponto de vista de um observador.

Lua também já foi definida como um apogeu da órbita lunar, isto é, como aquele ponto da órbita mais distante da Terra. Ambos os pontos, o apogeu e o segundo ponto focal, localizam-se no eixo maior da elipse orbital, chamado também de linhas das apsides. Vistos da Terra, estão na mesma direção, portanto, ocupam o mesmo lugar no Zodíaco. O segundo ponto focal se encontra a uma distância aproximada de 36.000 km da Terra, enquanto o apogeu a cerca de 400.000 km. À parte dessa diferença de distâncias, as duas definições podem ser consideradas equivalentes. Tendo em vista que a órbita da Lua move-se para frente continuamente no espaço, a Lua Negra percorre o Zodíaco cerca de 40º por ano. Uma revolução completa demora 8 anos e 10 meses
.


A Lua Negra descreve nosso relacionamento com o Absoluto, com o sacrifício como tal, e mostra-nos como abrimos mão de certas coisas. Em trânsito, a Lua Negra indica-nos alguma forma de castração ou frustração, freqüentemente nos assuntos relacionados ao desejo; uma incapacidade da psique; ou uma inibição em geral. Por outro lado também indica nossas áreas de autoquestionamento, a nossa vida, nossos trabalhos, nossas crenças. Acho que é isto é importante, pois nos dá a oportunidade de abrir mão de algo. A Lua Negra mostra onde podemos deixar que a Totalidade fale dentro de nós, sem atravessar um “eu” pelo caminho, sem erigir um muro formado pelo nosso ego. Ao mesmo tempo, ela não nos indica a passividade. Ao contrário, simboliza a firme vontade de mantermo-nos abertos e confiantes, de deixar que o Mundo Transcendental infiltre-se em nós, confiando inteiramente nas grandes leis do Universo, naquilo que chamamos Deus. A fim de nos preparar para essa abertura, a Lua Negra cria um vazio necessário."

Mercúrio:




Rege: Gêmeos, Virgem.
Exaltação: Aquário.
Detrimento: Sagitário, Peixes.
Queda: Leão.
Glifo: Capacete alado do deus Mercúrio.
Representa: Necessidade intelectual, forma de expressão.
Palavra-Chave: Capacidade de raciocínio.
Anatomia: Sistema nervoso, cérebro, visão, boca, língua, sistema respiratório, mãos, braços, regente geral de todos os hormônios.

Nunca localizado a uma distância superior a 28º do Sol. Considerado neutro. Rege a razão, a capacidade de comunicação, o intelecto, a percepção, a destreza, a racionalização, a transmissão, as palavras, opiniões e precepções sensórias. sua ação é rápida, incerta, inconstante. Lida com viagens (principalmente viagens curtas), irmãos e irmãs, crianças, serviços de escritório, fala, escrita, contabilidade, secretárias, atividades com os vizinhos, cartas e serviço postal, meios de transporte, comércio, capacidade emocional e técnica. O posicionamento de Mercúrio no mapa mostra onde e como você se comunica melhor.

Vênus:




Rege: Touro, Libra.
Exaltação: Peixes.
Detrimento: Escorpião, Áries.
Queda: Virgem.
Glifo: Espelho da vaidade da deusa Vênus.
Representa: Necessidade social, senso de valores.
Palavra-Chave: Afeição.
Anatomia: Pescoço, queixo, bochechas, paladar, rins, ovários, órgãos internos de reprodução, circulação do sangue venoso, órgãos sensoriais da pele.

Nunca localizado a mais de 46º de distãncia do Sol. Vênus é o planeta do amor; antigamente era chamado pequeno benéfico. Rege a arte, a cultura, a estética, as posses, os parceiros, a beleza, o charme, o bom gosto, o sentimentalismo, os doces e o açúcar, a cor, a harmonia, a poesia, as pinturas, as jóias, o canto, o drama e a música. A ação de Vênus é suave e harmoniosa. Governa os contatos emocionais, a ternura, o caráter moral, o casamento e as uniões de todos os tipos; assim como a sociabilidade, o temperamento, os luxos, o prazer e a apreciação. Vênus é o planeta do amor e da sensibilidade, não do sexo. o posicionamento de Vênus no mapa mostra do que você realmente gosta.

Terra:






Rege: Touro (Tentativo)
Detrimento: Escorpião (Tentativo)
Palavra-Chave: Realidade

A Terra está sempre em exata oposição ao Sol por signo, grau e colocação na Casa. Mostra como e onde você encontra o mundo. Relaciona-se com o plano físico e os assuntos mundanos. Representa a sua missão na vida.

Marte:




Rege: Áries .
Co-regente de: Escorpião.
Exaltação: Capricórnio.
Detrimento: Libra, Touro.
Queda: Câncer.
Glifo: Escudo e lança de Marte, o deus da guerra.
Representa: Ação, impulso agressivo, iniciativa.
Palavra-Chave: Energia
Anatomia: Sistema muscular, órgãos externos de reprodução, cabeça e rosto, glóbulos vermelhos do sangue, nervos motores, bexiga, glândulas supra-renais.

Lida com a sua natureza animal, o desejo e as energias sexuais,. Mostra ambição, força, poder, construção, trabalho, luta, competição e morte. Governa a cirurgia e as operações, as armas, a guerra, os acidentes, as inflamações, os cortes e ferimentos, as queimaduras, as escalduras, a violência, as ferramentas, o ferro e o aço. Antigamente era conhecido como pequeno maléfico. A ação de Marte é súbita, arrogante e disruptiva. Marte pode ser usado destrutiva e raivosamente, de forma combativa, ou com coragem e força. o posicionamento de Marte no mapa mostra onde você despende maior energia.

Júpiter:




Rege: Sagitário.
Co-regente de: Peixes.
Exaltação: Câncer
Detrimento: Gêmeos.
Queda: Capricórnio.
Glifo: Primeira letra da palavra grega para o nome do deus Zeus.
Representa: Impulso da benevolência e proteção.
Palavra-Chave: Expansão.
Anatomia: Sangue arterial, fígado, coxas, quadris, pés, orelha direita, testa, glicogênio e tecidos gordurosos, pãncreas.

Rege a riqueza, o tempo de lazer, os grandes negócios, a mente superior, o otimismo, a altura, o crescimento, a moralidade, a prosperidade e a indulgência. Também a educação superior, o raciocínio filosófico, as aspirações, os esportes, a boa sorte, as viagens longas, a caça e o amor pelos animais. Júpiter é o juiz, o jurista e o protetor. Antigamente Júpiter era conhecido como o grande benéfico. A ação de Júpiter é ordenada e promove a saúde o crescimento. O posicionamento de Júpiter no horóscopo indica onde você muitas vezes tem boa sorte e gosta de passar o seu tempo de lazer.

Saturno:




Rege: Capricórnio.
Co-regente de: Aquário
Exaltação: Libra.
Detrimento: Câncer.
Queda: Áries
Glifo: Foice de Cronos, deus do tempo.
Representa: Impulso de segurança e garantia.
Palavra-Chave: O mestre.
Anatomia: A pele, sistema ósseo (inclusive os dentes), ligamentos, joelhos, orelha direita e órgãos de audição, vesícula, glândula paratireóide, proteína do corpo.

Rege a forma, a disciplina, a responsabilidade, a organização, a ambição, a capacidade para uma profissão, as limitações, as tristezas e a demora. Saturno rege as leis e as teorias científicas, as pessoas velhas, a profundidade, a paciência, o senso do tempo, a tradição, o convencionalismo, a ortodoxia e o uso produtivo do tempo. Saturno representa os princ´pios da verdade, da contração, da solidificação, da sabedoria e do amadurecimento. Sua ação é lenta e duradoura. Saturno é o capataz do mapa. Antigamente era conhecido como o grande maléfico. O posicionamento de Saturno no mapa indica aonde você se sente menos seguro e tende a supercompensar.

Urano:



Rege: Aquário.
Exaltação: Escorpião.
Detrimento: Leão.
Queda: Touro.
Glifo: Modificação da letra H, por causa de seu descobridor, Herschel, em 1781
Representa: Impulso de liberdade, "divino descontente"
Palavra-Chave: O despertador.
Anatomia: O sistema nervoso superior, eletricidade do corpo, tornozelos.

Rege as invenções, a originalidade, a ciência, a eletricidade, a mágica, o oculto, a luz, a astrologia, a psicologia, os raios X, os aviões e a compreensão das leis da natureza. É futurista, hmanitário, intelectual, excêntrico, boêmio, egoísta e utópico. Também governa a vontade de criar, a mudança súbita, a revolução e os ditadores, o individualismo, a engenhosidade, as rebeliões e a autonomia. Sua ação é súbita e inesperada e muitas vezes violenta. Urano é um destruidor de tradições. É neutro e assexuado e considerado por muitos como a oitava superior de Mercúrio e o primeiro dos planetas transcedentais. A pesquisa recente também associa Urano aos desastres naturais, principalmente os terremotos. O posicionamento de Urano no mapa indica onde você tende a fazer o que é fora do comum.

Netuno:



Rege: Peixes
Exaltação: Ainda não estabelecida
Detrimento: Virgem
Queda: Ainda não estabelecida.
Glifo: Tridente de Poseidon, o deus do mar.
Representa: Impulso espiritual ou escapista.
Palavra-Chave: Intuição
Anatomia: Espinha dorsal, fibras nervosas, pés, glãndula pineal, funções telepáticas, glóbulos brancos do sangue, funções cinestéticas.

Rege os assuntos marítimos, os líquidos, a música, o cinema, o teatro e a televisão, o encantamento, os sonhos, a ilusão, a desilusão, a espiritualidade, os ideais, a mística, os pressentimentos e as coisas que tomamos profundamente como certas na vida sem questionar. Rege o nevoeiro, o petróleo, o mistério, os anestésicos, a lisonja, os intangíveis, as fragãncias, a segunda visão, o amor pela poesia, a cor e a dança. netuno governa as drogas e seu uso, o alcoolismo, a hipocondria, o sonambulismo, os transes, a hipnose, a imaterialidade e a anormalidade. a acção de netuno é sutil, gradual e ás vezes insidiosa. É a oitava superior de Vênus e o segundo dos planetas transcendentais. o posicionamento de Netuno no mapa indica onde você tende a se enganar e/ou enganar os outro; também mostra aonde você procura um ideal.

Plutão:




Rege: Escorpião.
Exaltação: Ainda não estabelecida.
Detrimento: Touro.
Queda: Ainda não estabelecida.
Glifo: Um é tirado das letras PL por causa de seu descobridor. Percival Lowell, em 1930; o outro representa a cruz da matéria abaixo da lua crescente pairando acima do círculo da infinidade.
Representa: Impulso destruidor ou reformador, fusão.
Palavra-Chave: Transformação.
Anatomia: Os sistemas excretor e reprodutivo, a glândula pituitária, os crescimentos anormais (verrugas, tumores, marcas de nascimento etc.)

Tradicionalmente, Plutão rege o mundo subterrâneo e o que não pode ser visto (inclusive os mundos desconhecidos dentro de você, seu ser submerso ou subconsciente). Também representa todos os processos de cópia como a impressão e a reprodução fotográfica. Plutão governa as massas, o desperdício, a subversão, o poder atõmico e o crime. Rege as fobias e as obcessões, o crescimento lento, os fatores grupais, a transmutação, os começos e os fins, a morte e o renascimento, o isolamento, a coerção, o desaparecimento, o isolamento, a coerção, o desaparecimento, o seqüestro, o anonimato, as bactérias e os vírus. representa a geração, a regeneração e a degeneração. Expõe o que se desenvolveu em segredo ou sob disfarce. Governa os lugares vazios, os encanamentos, as ditaduras, as causas populares e aquilo que é exclusivo. A ação de Plutão é lenta, grave e inevitável. É o último dos planetas transcendentais e é considerado uma oitava superior de Marte. O posicionamento de Plutão no mapa mostra aonde você vai encontrar a complexidade; é onde vai ter de resolver os problemas sozinho e sem ajuda.

Os Planetas segundo a Mitologia



Sol





Desde a antigüidade, nas mais diversas culturas e civilizações, o Sol era considerado como a mais importante divindade. Na mitologia greco-romana era Hélios que tinha como tarefa levar luz e calor ao mundo dos homens, percorrendo o céu em sua carruagem dourada puxada por cavalos que soltavam fogo pelas ventas. Logo pela manhã era recebido pela deusa Aurora, que lhe abria passagem, recebendo os primeiros raios solares que ela jogava sobre a relva ainda molhada pelo orvalho. Havia outro deus da Luz e das profecias, Apolo, que assumiria seu lugar na Grécia antiga, incorporando suas características.Apolo, filho de Zeus (Júpiter) e Latona. Apolo é o deus da juventude, das profecias e da música. Como assume as características do Sol, ele vitaliza e enche de luz todos os serem vivos, podendo queimá-los e reduzi-los a cinzas. Diz-se que foi o primeiro vitorioso dos Jogos Olímpicos, simbolizando o homem na sua forma mais perfeita, tradução exata do ideal dos deuses olímpicos.

Lua 




Alguns dizem ser a Lua mulher do Sol e outros que seria sua irmã e há outros que dizem que seria sua filha.
A Lua foi considerada inicialmente como uma divindade sideral, tendo sido atribuído seu nome Selene. Ao entardecer, quando Apolo (Hélios), com sua carruagem dourada, cheia de raios solares, terminava seu trabalho de lançar raios solares ao mundo, surgia sua irmã Selene (Lua) no horizonte, iluminando com suavidade a terra enquanto Apolo travava uma grande batalha com a deusa das trevas. Os povos antigos atribuíam grande importância à Lua, associando sua passagem com os fenômenos naturais, até hoje usada por algumas culturas primitivas, e comprovada sua influência pela ciência.Com sua passagem os homens se recolhiam e voltavam para suas casas onde se uniam aos seus familiares e multiplicavam a raça humana. A ela foram associados os trabalhos agrícolas e a maternidade. Estavam sob sua proteção as mulheres, as jovens esposas e as mulheres grávidas. A Lua, ou Selene, também foi associada com Hécate, deusa dos encantamentos e dos sonhos, sendo invocada em todos os assuntos que envolviam magias, encantamentos e feitiçarias.

Lilith:



O primeiro capitulo da Bíblia, conta a história de Adão e Eva ...mas segundo o Zohar (comentário rabínico dos textos sagrados), Eva não é a primeira mulher de Adão. Quando Deus criou o Adão, ele fê-lo macho e fêmea, depois cortou-o ao meio, chamou a esta nova metade Lilith e deu-a em casamento a Adão. Mas Lilith recusou, não queria ser oferecida a ele, tornar-se desigual, inferior, e fugiu para ir ter com o Diabo. Deus tomou uma costela de Adão e criou Eva, mulher submissa, dócil, inferior perante o homem.
De acordo com Hermínio, "Lilith foi feita por Deus, de barro, à noite, criada tão bonita e interessante que logo arranjou problemas com Adão". Esse ponto teria sido retirado da Bíblia pela Inquisição. O astrólogo assinala que ali começou a eterna divergência entre o masculino e o feminino, pois Lilith não se conformou com a submissão ao homem.
     O mito de Lilith pertence à grande tradição dos testemunhos orais que estão reunidos nos textos da sabedoria rabínica definida na versão jeovística, que se coloca lado a lado, precedendo-a de alguns séculos, da versão bíblica dos sacerdotes. Sabemos que tais versões do Gênesis - e particularmente o mito do nascimento da mulher -  são ricas de contradições e enigmas que se anulam. Nós deduzimos que a lenda de Lilith, primeira companheira de Adão, foi perdida ou removida durante a época de transposição da versão jeovística para aquela sacerdotal, que logo após sofre as modificações dos pais da igreja.
No Talmude, ela é descrita como a primeira mulher de Adão. Ela brigou com Adão, reivindicando igualdade em relação a seu marido, deixando-o "fervendo de cólera". Lilith queria liberdade de agir, de escolher e decidir, queria os mesmos direitos do homem mas quando constatou que não poderia obter status igual, se rebelou e, decidida a não submeter-se a Adão e, a odia-lo como igual, resolveu abandona-lo. Segundo as versões aramaica e hebraica do Alfabeto de Ben Sirá (século 6 ou 7). Todas as vezes em que eles faziam sexo, Lilith mostrava-se inconformada em ter de ficar por baixo de Adão, suportando o peso de seu corpo. E indagava: "Por que devo deitar-me embaixo de ti? Por que devo abrir-me sob teu corpo? Por que ser dominada por ti? Contudo, eu também fui feita de pó e por isso sou tua igual." Mas Adão se recusava a inverter as posições, consciente de que existia uma "ordem" que não podia ser transgredida. Lilith deve submeter-se a ele pois esta é a condição do equilíbrio preestabelecido. Vendo que o companheiro não atendia seus apelos, que não lhe daria a condição de igualdade, Lilith se revolta, pronuncia nervosamente o nome de Deus, faz acusações a Adão e vai embora; é o momento em que o Sol se despede e a noite começa a descer o seu manto de escuridão soturna, tal como na ocasião em que Jeová-Deus fez vir ao mundo os demônios.
        Adão sente a dor do abandono; entorpecido por um sono profundo, amedrontado pelas trevas da noite, ele sente o fim de todas as coisas boas. Desperto, Adão procura por Lilith e não a encontra: Procurei-a em meu leito, à noite, aquele que é o amor de minha alma; procurei e não a encontrei" (Cântico dos  Cânticos III, 1). Lilith partiu rumo ao mar vermelho (Diz-se que quando Adão insistiu em ficar por cima durante as relações, Lilith usou seus conhecimentos mágicos para voar até o Mar Vermelho). Lá onde habitam os demônios e espíritos malignos, segundo a tradição hebraica. É um lugar maldito, o que prova que Lilith se afirmou como um demônio, e é o seu caráter demoníaco que leva a mulher a contrariar o homem e o questionar em seu poder. Desde então, Lilith tornou-se a noiva de Samael, o senhor das forças do mal do Outro Lado . Como conseqüência, deu à luz toda uma descendência demoníaca, conhecida como "Liliotes ou Linilins", na prodigiosa proporção de cem por dia. Alguns escritos contam que Adão queixou-se a Deus sobre a fuga de Lilith e, para compensar a tristeza de Adão, Deus resolveu criar Eva, moldada exatamente como as exigências da sociedade patriarcal. A mulher feita a partir de um fragmento de Adão. É o modelo feminino permitido ao ser humano pelo padrão ético judaico-cristão. A mulher submissa e voltada ao lar. Assim, enquanto Lilith é força destrutiva (o Talmude diz que ela foi criada com imundície e lodo), Eva é construtiva e Mãe de toda Humanidade (ela foi criada da carne e do sangue de Adão).
        Jehová-Deus tenta salvar a situação, primeiro ordenando-lhe que retorne e, depois, enviou ao seu encalço uma guarnição de três anjos, Sanvi, Sansavi e Samangelaf, para tentar convencê-la; porém, uma vez mais e com grande fúria, ela se recusou a voltar. Lilith está irredutível e transformada. Ela desafiou o homem, profanou o nome do Pai e foi ter com as criaturas das trevas. Como poderia voltar ao seu esposo? Os anjos ainda ameaçaram: "Se desobedeces e não voltas, será a morte para ti." Lilith , entretanto, em sua sapiência demoníaca, sabe que seu destino foi estabelecido pelo próprio Jeová-Deus. Ela está identificada com o lado demoníaco e não é mais a mulher de Adão. Acasalando-se com os diabos, Lilith traz ao mundo cem demônios por dia, os Lilim, que são citados inclusive na versão sacerdotal da Bíblia. Jeová-Deus, por seu lado, inicia uma incontrolável matança dessas criaturas, que, por vingança, são enfurecidas pela sua genitora. Está declarada a guerra ao Pai. Os homens, as crianças, os inválidos e os recém-casados, são as principais vítimas da vingança de Lilith. Ela cumpre a sua maligna sorte e não descansará assim tão cedo.

Uma outra versão diz que foram os anjos que mataram os filhos que tivera com Adão. Tão rude golpe transformou-a, e ela tentou matar os filhos de Adão com sua segunda esposa, Eva.
 Lilith Alegou ter poderes vampíricos sobre bebês, mas como os anjos a queriam impedir, fizeram-na prometer que, onde quer que visse seus nomes, ela não faria nenhum mal aos humanos. Então, como não podia vencê-los, ela fez um trato com eles: concordou em ficar afastada de quaisquer bebês protegidos por um amuleto que tivesse o nome dos três anjos. Não obstante, esse ódio contra Adão e contra sua nova (e segunda) mulher, Eva, resultou, para Lilith, no desabafo da sua fúria sobre os filhos deles e de todas as gerações subseqüentes.
        A partir daí, Lilith assume plenamente sua natureza de demônio feminino, voltando-se contra todos os homens, de acordo com o folclore assírio, babilônico e hebraico. E são inúmeras as descrições que falam do pavor de suas investidas. Conta-se, por exemplo, que Lilith surpreendia os homens durante o sono e os envolvia com toda sua fúria sexual, aprisionando-os em sua lasciva demoníaca, causando-lhes orgasmos demolidores. Ela montava-lhes sobre o peito e, sufocando-os (pois se vingava por ter sido obrigada a ficar "por baixo" na relação com Adão), conduzia a penetração abrasante. Aqueles que resistiam e não morriam ficavam exangues e acabavam adoecendo. Por isso Lilith também está identificada com o tradicional vampiro. Seu destino era seduzir os homens, estrangular crianças e espalhar a morte.

 Durante os primeiros séculos da era cristã, o mito de Lilith ficou bem estabelecido na comunidade judaica. Lilith aparece no Zohar, o livro do Esplendor, uma obra cabalística do século 13 que constitui o mais influente texto hassídico e no Talmude, o livro dos hebreus. No Zohar, Lilith era descrita como succubus, com emissões noturnas citadas como um sinal visível de sua presença. Os espíritos malignos que empesteavam a humanidade eram, acreditava-se, o produto de tais uniões. No Zohar Hadasch (seção Utro, pág. 20), está escrito que Samael - o tentador - junto com sua mulher Lilith, tramou a sedução do primeiro casal humano. Não foi grande o trabalho que Lilith teve para corromper a virtude de Adão, por ela maculada com seu beijo; o belo arcanjo Samael fez o mesmo para desonrar Eva: E essa foi a causa da mortalidade humana. O Talmude menciona que "Quando a serpente envolveu-se com Eva, atirou-lhe a mácula cuja infecção foi transmitida a todos os seus descendentes... (Shabbath, fol. 146, recto)". Em outras partes, o demônio masculino leva o nome de Leviatã, e o feminino chama-se Heva. Essa Heva, ou Eva, teria representado o papel da esposa de Adão no éden durante muito tempo, antes que o Senhor retirasse do flanco de Adão a verdadeira Eva (primitivamente chamada de Aixha, depois de Hecah ou Chavah). Das relações entre Adão e a Heva-serpente, teriam nascido legiões de larvas, de súcubos e de espíritos semiconscientes (elementares). Os rabinos fazem de Leviatã uma espécie de ser andrógino infernal, cuja a encarnação macho (Samael) é a "serpente insinuante" e a encarnação fêmea (Lilith), é a "cobra tortuosa" . Segundo o Sepher Emmeck-Ameleh, esses dois seres serão aniquilados no fim dos tempos: "Nos tempos que virão o Altíssimo (bendito seja!) decapitará o ímpio Samael, pois está escrito (Is. XVII, 1): 'Nesse tempo Jeová com sua espada terrível visitará Leviatã, a serpente insinuante que é Samael e Leviatã, a cobra tortuosa que é Lilith' (fol. 130, col. 1, cap.XI). Também segundo os rabinos, Lilith não é a única esposa de Samael; dão o nome de três outras: Aggarath, Nahemah e Mochlath. Mas das quatro demônias, só Lilith dividirá com o esposo a terrível punição, por tê-lo ajudado a seduzir Adão e Eva. Aggarath e Mochlath tem apenas um papel apagado, ao contrário do que acontece com as outras duas irmãs, Nahemah e Lilith.

Mercúrio



Filho de Zeus (Júpiter) e a deusa Maia, Mercúrio (Hermes) nascido de um vão de um salgueiro, foi inicialmente uma divindade pastoril. Desde cedo já demonstrava suas habilidades ligadas à comunicação e à inteligência. Quando bebê conseguia desenfaixar-se dos panos que o prendiam ao seu berço no salgueiro e andar pelas matas. Uma vez foi à Tessália e roubou os rebanhos de Admeto. Apagou os traços do roubo , subornou as testemunhas e sacrificou dois novilhos aos deuses. Matando uma tartaruga, fez, com seu casco uma lira encantada. Esconde o rebanho e volta ao seu berço, se enfaixando novamente, como se nada houvesse acontecido. Apolo (Hélios) acusa Mercúrio de roubar o rebanho de Admeto.
Como Mercúrio não conseguia mentir ele inicia uma história muito confusa enquanto toca a lira e encanta Apolo e Admeto, que resolvem comprar a lira. Mercúrio a vende pelo valor dos rebanhos que ele mesmo tinha roubado. Mercúrio passa a ser um deus com mais atributos. Velocidade de pensamento, agilidade e rapidez. De seus pés nascem asas e ele é presenteado por Apolo com um capacete com asas. Um dia ele encanta serpentes que se enrolam num ramo de salgueiro, de onde brotam asas nas pontas, dando origem ao Caduceu, um cetro mágico que ele sempre transportava. Daí em diante protege os comerciantes, viajantes e ladrões. Representado por um jovem, bonito e forte, andava seminu, tendo somente um pano que enrolava suas partes mais íntimas, que, mesmo se não houvesse vento, sempre tremulavam. Era o único deus que conseguia entrar nos infernos e mundo de Hades, tendo sido encarregado de transportar as almas ao mundo dos mortos. Sempre jovem e multicolorido, Mercúrio se torna um dos mais adorados deuses da antigüidade.

Vênus



Quando Saturno (Cronos) castra seu pai, o Céu (Urano), a pedido de sua mãe Terra (GAIA), e lança seus testículos ao mar, surge uma efervescência do mar que dará origem à deusa Vênus (Afrodite). Associada inicialmente à fecundação e à geração, com o passar dos anos ela é associada ao amor nos seus mais variados aspectos. Muito amada e amante ardorosa, ela se nega a deitar com Júpiter (Zeus) que a condena a se casar com Vulcano (Hefestos), o mais feio dos deuses, que morava na Terra. Trazendo em si a marca do amor, não consegue ser fiel ao seu marido e o trai com diversos deuses, tendo filhos com todos, fazendo valer seu outro destino : o de gerar e preservar a espécie.

Terra 





Conhecida como Gaia para os gregos, a Terra é a Mãe geradora de todos os deuses e criadora do planeta, é também conhecida por Géia, Gaea ou Gê.
Nascida do Caos, foi a ordenadora do Cosmos, acabando assim com a desordem e a destruição em que aquele se encontrava, criando a harmonia.
Sozinha, gerou Urano (o Céu) e Pontos (o Mar); criou, do seu próprio corpo, montanhas, vales e planícies; fez nascer a água e deu origem aos seres vivos.
Uniu-se a Urano e dessa junção nasceram os Titãs, as Titânides, os Ciclopes e os Hecatonquiros. Temendo o poder dos filhos, Urano aprisionou-os. Gaia ficou furiosa e convenceu o filho Cronos, o mais jovem dos Titãs, a castrar o pai, assim que ele (o Céu) viesse de novo unir-se a ela (a Terra), dando-lhe para o efeito uma foice de aço. O desentendimento entre Gaia e Urano levou, assim, à separação entre o Céu e a Terra. Gaia, Urano e a sua descendência (Cronos, por exemplo, é o pai de Zeus, considerado o deus dos deuses) são referidos como divindades primordiais, das quais terão derivado as diversas famílias de deuses gregos – por esta razão, Gaia é uma das primeiras divindades a integrar a morada dos deuses.

Marte



Marte para os romanos, Ares para os gregos, filho de Júpiter (Zeus) e Juno (Hera), senhor da guerra, divindade brutal, amante da luta e semeador de desentendimentos entre os deuses e mortais. Desprezado pelos deuses olímpicos era considerado bárbaro e inculto, jamais sendo aceito pela sociedade grega. A mais célebre de suas aventuras amorosas foi com Vênus (Afrodite), a deusa do amor e da beleza, esposa de Vulcano (Hefestos) com quem teve seus filhos Cupido (Eros), Harmonia, Deimos (o Medo) e Phobos (o Terror).
Representado por um jovem musculoso e seminu trazia uma lança, uma espada e um escudo sempre em sua biga prateada puxada por cavalos brancos.

Júpiter




Na Mitologia, Júpiter para os romanos e Zeus para os Gregos, o deus dos deuses e maior divindade do Olimpo. Quando criança foi alimentado pela Cabra Amaltéia, adquirindo toda sua força divina e sabedoria. Filho de Saturno (Cronos e Cibele (Réia), sua avó Gaia (Géia) evitou que o pai enlouquecido, temendo perder o trono para um de seus filhos, o devorasse, assim como já tinha feito com seus irmãos. Envolvendo uma pedra num pano Gaia oferece a Saturno dizendo ser Zeus. Ao engolir a pedra vomita seus irmãos e inicia-se uma batalha que dura dez anos entre . Ao fim da luta Júpiter e seus irmãos Netuno (Poseidon) e Plutão) repartem a universo, cabendo a ele o domínio sobre os céus e a terra.
A Netuno são entregues os mares, enquanto a Plutão cabe o mundo subterrâneo e os infernos. Júpiter se casa com Juno (Hera), mas tem várias amantes, deusas e mortais, tendo inúmeros filhos. Representado por um homem grande e forte, com aspecto majestoso e imponente, Júpiter é adorado pelos homens e deuses, sendo doce e terno mas ao mesmo tempo terrível e cruel. Senhor dos trovões e das tempestades, seus instrumentos são os raios, o cetro e a águia.

Saturno



Na Mitologia, Saturno para os romanos e Cronos para os gregos. Filho de Urano (Céu) e Gaia (Géia). A pedido de sua mãe, castra seu pai Urano, que enlouquecera e fazia reinar o caos no mundo. Ao conseguir castrá-lo, interrompe o ciclo de reprodução caótica de seu pai e assume o trono do mundo. Casa-se com sua irmã Cibele (Réia) e tem vários filhos, entre eles Vesta, Ceres, Juno, Plutão, Netuno e Júpiter. Reinando com tirania e crueldade faz o mundo crescer e se tornar rico e fértil, mas à custa da dor e sofrimento dos homens. Em visita a um oráculo, é profetizado que ele perderia o trono para um de seus filhos, que o trairia assim como ele fez com seu pai. Enlouquecido que ficou, como seu pai, que lhe transmitira a loucura, começa a devorar seus filhos para assim impedir que eles o destronasse. Sua mãe Gaia (Géia) evita que o Saturno enlouquecido, temendo perder o trono para um de seus filhos, devorasse o neto predestinado Júpiter (Zeus). Envolvendo uma pedra num pano, Gaia oferece a Saturno dizendo ser Zeus. Ao engolir a pedra vomita os outros filhos e inicia-se uma batalha que dura dez anos entre ele e seus filhos Júpiter, Netuno e Plutão. Ao fim da luta Júpiter e seus irmãos Netuno (Poseidon) e Plutão (Hades) repartem a universo, cabendo a ele o domínio sobre os céus e a terra. A Netuno são entregues os mares, enquanto a Plutão cabe o mundo subterrâneo e os infernos. Saturno é enviado ao Tártaro, de onde ressurgira numa nova idade de Ouro da humanidade.

Urano



No princípio existia o nada, um espaço imenso e árido. Aparece o Caos, desorganizado e inusitado. Depois de um tempo, quando o Caos perdia seu ritmo, surge GAIA (Géia), a Terra, a primeira realidade sólida. Depois veio a noite, mas ainda restava um espaço vazio imenso sobre GAIA. Sentindo-se sozinha cria um companheiro igual a ela : o Céu (URANO). Apaixonando-se por GAIA, URANO a cobre e se amam. Desta união surgem muitos filhos, violentos e tempestuosos, entre eles os Titãs, as fúrias da natureza. Quando o caos estava ficou organizado, com todas as divindades e elementos primordiais (fogo, terra, ar e água) foi chamado de Cosmos. URANO, pai de todas as criaturas, via que era bom o que criava, mas também via que havia filhos terríveis e imperfeitos. Inconformado com sua criação hedionda, despedaçava esses filhos errados e ativava-os no Tártaro, o mundo subterrâneo, nos infernos. Ainda fecundava GAIA para tentar ter outros filhos perfeitos. Como a fecundava incessantemente, eram geradas criaturas horríveis, que ele jogava no Tártaro ou enfiava novamente no útero de GAIA, e a fecundava novamente. Urano enlouquecera, e ela não conseguia destruí-lo. Um dos filhos de Urano e GAIA, revoltava-se com esta situação. Saturno (Cronos), filho mais jovem desta união, odiava seu pai, por matar seus irmãos e, principalmente, por desrespeitar sua mãe. Cansada de ter filhos imperfeitos, e percebendo que o caos poderia voltar, faz uma foice, com materiais tirados de dentro da Terra. Pede que seus filhos matem seu pai, fazendo voltar o mundo organizado. Nenhum deles se prontifica, mas Saturno, o mais revoltado deles, aceita a missão que poria fim ao caos. A pedido de sua mãe, castra seu pai URANO. Ao conseguir castrá-lo, interrompe o ciclo de reprodução caótica de seu pai e assume o trono do mundo.

Netuno 




Netuno para os romanos. Para os gregos era Poseidon, o rei dos mares. Filho de Saturno (Cronos) e Cibele (Réia). Depois da guerra entre os deuses, que destronou se pai, o mundo foi dividido. Coube a ele o mundo dos mares. A seu irmão Júpiter (Zeus) coube o céu e a Terra, e ao seu outro irmão Plutão (Hades) o mundo infernal. Sua função era ter a supremacia dos oceanos, das ondas e das correntes, mas também provocava tempestades, abalava os rochedos e fazia brotar fontes de água, golpeando a terra com seu tridente. Percorria seu reino num carro puxado por cavalos brancos, sempre seguido pelas nereidas (cinqüenta ninfas, cada uma personificando os fenômenos do mar) e outras criaturas marinhas como os tritões, hipocampos e delfins. Um deus estranho, mais temido que adorado, era muito misterioso, podendo acalmar os mares com sua passagem, que abria vagas no mar, formando ondas tranqüilas, como também provocar tempestades, maremotos e afundar os navios dos seres humanos. Confundia os homens em suas viagens pelo mar, levando-os a se perderem em seu vasto e infinito mundo. Com suas ondas encantava os homens que eram atraídos ao fundo do mar, de onde nunca mais voltavam.

Plutão




Plutão para os romanos, Hades para os gregos. Filho de Saturno (Cronos) e Cibele (Réia), irmão de Júpiter (Zeus) e Netuno (Poseidon), participou da guerra entre os deuses que destronaria seu pai que havia enlouquecido. Ao fim da guerra, o mundo foi dividido entre os deuses. Zeus fica com os céus e cria o Olimpo. Netuno fica com os mares e por muito tempo com a superfície. A Plutão restou as profundezas e o mundo dos mortos. Neste mundo subterrâneo reinava o terror. Por conta de sua dureza nenhuma deusa o desposou, obrigando-o a raptar Perséfone (Proserpina), que foi estuprada e amada imensamente, reinando nos infernos como sua rainha. Possuía um capacete que o tornava invisível e detinha um poder a que chamavam de FORÇA. Amado e odiado, tinha uma carruagem negra puxada por cavalos negros que soltavam chamas verdes pelas ventas. Quando vinha à superfície provocava terremotos e trazendo morte e destruição, sempre acompanhado de seu cão de três cabeças, Cérbero. Causava entre os homens atração e repulsa, sendo considerado um deus terrível. Não havia templos nem altar em seu nome, mas era respeitado por trazer a destruição e a possibilidade de renascimento e riqueza.

Quaoar:

Quaoar significa "força de criação" na língua da tribo tongva, os primeiros habitantes da bacia de Los Angeles. , onde trabalham os pesquisadores que descobriram este novo objeto, Michael Brown e Chadwick Trujillo, tem sua sede na cidade de Los Angeles. Na região onde atualmente fica esta cidade, existia uma tribo de índios norte-americanos chamados Tongva. Para eles Quaoar era o deus da criação. Quaoar teria descido dos céus e, depois de transformar o caos em ordem, colocou o mundo nas costas de 7 gigantes. Em seguida, Quaoar criou os animais inferiores e, depois, criou a humanidade.

 Éris:



Éris é melhor conhecida como a deusa da discórdia. Dizia-se que sempre seguia seu irmão Ares nas batalhas. Freqüentemente auxiliava-o na tarefa de instigar conflitos e atos violentos.
De acordo com algumas versões do mito, foi ela quem ajudou a provocar a Guerra de Tróia. A história é a seguinte: Peleu e Tétis, que seriam os pais de Aquiles, convidaram todos os deuses do Olimpo para seu casamento, menos Éris (óbvio, quem iria convidar a deusa da discórdia para uma cerimônia destas?). A enciumada Éris vingou-se aparecendo de surpresa e jogando na mesa uma maçã de ouro onde havia a inscrição: "à mais bela". As deusas Atena, Hera e Afrodite imediatamente começaram a disputar a maçã (daí a expressão "pomo da discórdia") e, não chegando a um acordo, chamaram um mortal, o príncipe Páris, de Tróia, para decidir entre as três.
Como Páris estava em dúvida, as três deusas tomaram a iniciativa de suborná-lo: Hera ofereceu-lhe influência política; Atena, habilidade no combate; já a esperta Afrodite foi direto ao ponto, oferecendo a Páris a mulher mais bela do mundo. Páris deu a maçã a Afrodite e recebeu em troca o amor de Helena, esposa do rei de Esparta, Menelau. Ao unir-se à bela, condenou sua própria cidade, pois os espartanos marcharam contra Tróia e reduziram-na a escombros.
Éris é, pois, a deusa que cria a polêmica, a insufladora do conflito.
Alguns mitos dão Éris como irmã de Ares e filha de Zeus e de Hera. Hesíodo, porém, em O Trabalho e os Dias, apresenta-a como filha mais velha de Nyx, a noite, e irmã de Algea (a dor), de Limos (a fome), de Dysnomia (a desordem), das Moiras (as três fiandeiras do destino), de Tânatos (a morte) e de outras entidades do mesmo calibre.
Nyx, a mãe de Éris, era uma das divindades primordiais, nascida diretamente do Caos. È descrita a percorrer os céus com um manto negro, além de ser patrona das bruxas e feiticeiras. A "morada" de Nyx, para os gregos, costumava ser associada ao Ocidente. Assim Éris, se compreendida como filha de Nyx, também partilha um pouco desta "qualidade ocidental".

Sedna: 



Sedna é uma das principais deusas inuit, é conhecida como a Mãe dos Animais Marinhos.
Várias são as lendas sobre a origem de Sedna e todas tem em comum o fato dela ser uma bela jovem humana vivendo com seu pai.
De acordo com uma dessas lendas, Sedna surgiu como uma mortal, que foi seduzida por um belo caçador em uma canoa. Quando ela embarcou na canoa, percebeu que fora enganada, pois o belo rapaz se revelou como um espírito-pássaro e a obrigou a se casar com ele.
O tempo passou e o pai de Sedna foi visitá-la, percebendo que sua amada filha morava num lugar imundo. Ele a colocou num barco, para fugir de volta para seu lar. Porém, o espírito-pássaro invocou uma tempestade ártica para frustrar a fuga.
Então o pai se desesperou e jogou Sedna ao mar. A jovem, contudo, se agarrou na borda do barco e seu pai se sentiu obrigado a cortar seus dedos. Os dedos cortados se transformaram em animais marinhos, como focas, baleias e morsas.
Sedna foi morar no fundo do mar, de onde reina sobre os animais marinhos.
Outra versão do mito explica que Sedna, uma moça jovem e muito galanteada pelos jovens do povoado onde vivia, nunca aceitava seus pretendentes - até que se apaixonou por um cachorro e com ele casou.
Os jovens pretendentes, raivosos, levaram a moça para o mar dentro de uma canoa e a jogaram nas águas geladas. Para se salvar, Sedna agarrou-se na lateral do barco, mas os homens cortaram seus dedos para que ela morresse afogada.
Quando seus dedos caíram no mar, transformaram-se nas primeiras focas e outros seres marinhos enquanto Sedna ia para o fundo, onde se transformaria na Rainha dos Seres Marinhos.
Sedna, devido ao grande sofrimento pelo qual passou, tornou-se rancorosa, e quando alguém a ofende ela prende todos os animais para que ninguém possa pescar nem caçar. Um homem bravo, com poderes de xamã, deve então ir até o fundo do mar para pentear e desenbaraçar os cabelos de Sedna - sujos e lodosos pelos pecados humanos que afundam na água. Sedna fica agradecida ao ter seus cabelos limpos e arrumados em duas grandes tranças e, por isso, liberta os animais para que a humanidade possa se alimentar outra vez.

Varuna ou Aceanus:

O planeta pode ser chamado de Varuna, deus indiano que se locomove em cima de um lagarto ou Oceanus filho de Gaia com Urano, não importando ambos regem as primeiras formas de vida como os animais marinhos e os répteis.

Varuna:



Varuna era um deus arquiteto e ferreiro;, devido a isso possuía um conhecimento infinito. Organizou os ciclos do Sol, colocou cada rio em seu caminho, ordenou as fases da Lua, estruturou o relevo da Terra e se encarregou de nunca deixar o oceano cheio demais. Por tudo isso ele tornou-se o rei dos deuses e assim pôde dominar também sobre o destino dos homens; sustentando a vida e a protegendo do mal. Porém um grande monstro desafiou os deuses e também Varuna. E uma profecia revelou que Varuna não poderia vencê-lo. O único capaz de vencer o monstro seria Indra , que ainda nasceria, e após vencer, tomaria o lugar de Varuna. Varuna tentou impedir o nascimento de Indra, mas foi impossível, o jovem deus nasceu e tendo poder sobre os raios e tempestades venceu o monstro e se tornou o novo rei dos deuses. Varuna então se tornou o rei dos oceanos e senhor da Noite, dividindo o céu com Surya o deus do Dia.

Oceanus: 



Na "Mitologia grega" Oceano, era o imenso rio que rodearia a Terra, personificado pelo Titã de mesmo nome, filho de Urano e Gaia que tinha um corpo formado por um Torso de um Homem, com garras de Caranguejo tal qual chifres na cabeça e grande Barba, terminando com a cauda de uma Serpente.
Alguns estudiosos consideram que Oceano representava originalmente todas as massas de água salgada, incluindo o Mediterrâneo e o Oceano Atlântico, as duas maiores massas conhecidas pelos antigos gregos. Contudo, com a evolução dos conhecimentos geográficos, Oceano passou a representar apenas as águas desconhecidas do Atlântico (também chamado de "Mar Oceano"), enquanto Posídon reinava no Mediterrâneo.
Da união com sua irmã Tétis, foram originadas as Ninfa dos mares ou Oceânidas, dentre as quais Anfitrite, Tritão, Nereida, os rios, além de todos os seres marinhos, que tomavam parte ativa nas aventuras dos deuses, como os golfinhos.
Na maioria das variantes do mito da guerra entre os Titãs e os Deuses Olímpicos, ou Titanomaquia, Oceano, tal como Prometeu e Têmis não se juntaram aos seus irmãos titãs contra os Olímpicos, tendo se mantido afastados do conflito. Oceano também teria recusado aliar com Cronos na sua revolta contra seu pai Urano.